Disciplinas

Carga Horária: 15 hs – Créditos: 1 – Disciplina Obrigatória

Professor(a) ministrante: Lindamir Hernandez Pastorini

Ementa: Discussão das diferentes abordagens metodológicas no estudo dos genomas, células, organismos e ecossistemas.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 4 – Disciplina Obrigatória

Professores(as) ministrantes: Rosilaine Carrenho, Ricardo Massato Takemoto, Henrique Ortêncio Filho, João Alencar Pamphile

Ementa: Estudo das interações harmônicas e dasrmônicas, envolvendo microrganismo-hospedeiro, microrganismo-ambiente e patógeno-hospedeiro.

Programa:

Parte I:

– Bases Ecológicas da Interação Organismo – Hospedeiro

– Interações interespecíficas e intraespecíficas: estruturação e funcionamento das comunidades.

– Interações diretas e indiretas.

– Interações harmônicas e desarmônicas.

– Parasitismo x Patogenia

– Mutualismo: tipos de mutualismo: simbiótico, obrigatório, facultativo, de defesa; associações mutualistas mais conhecidas: micorrizas; líquens; microrganismos fixadores de nitrogênio (Rhizobium, cianobactérias, Azospirilum, Frankia); microrganismos ruminais; formigas e fungos; mutualismo.

– Competição intraespecífica: regulação da densidade populacional; reprodução;

– Competição interespecífica: ocupação de espaço; divisão de recursos; interferência; exclusão competitiva; mudança de nicho; heterogeneidade temporal ou espacial; coexistência; competição, seleção de espécies e diversificação biológica; mecanismos de competição: físicos, químicos, assimetria na competição; amensalismo (antibiose).

– Associações não tróficas com benefício unilateral: comensalismo; inquilinismo; microrganismos endofíticos e epifíticos; dark sepatate fungi; BLOs (bacterium-like organisms); tanatocresia; foresia.

– Cooperação ou protocooperação: fator de diversificação das comunidades no processo evolutivo; interdependência.

Parte II:

– Bases Genéticas e Moleculares da Interação Microrganismo – Hospedeiro

– Aspectos Moleculares e Genéticos da interação microrganismo-hospedeiro.

Mecanismos de agressão fitopatogênica

Mecanismos de defesa da planta

Genética da Interação microrganismo – hospedeiro:  Cross-talking , Genes de virulência, Genes de Resistência, Genes de Avirulência, etc.

Expressão Gênica durante o Processo da Interação Microrganismo – Hospedeiro: Differencial display e Expressed Squence Tag (EST)

– Genética e melhoramento genético de microrganismos associados aos vegetais e insetos.

– Biologia Molecular aplicada aos microrganismos fixadores de nitrogênio, micorrízicos, endofíticos e patógenos: Clonagem e Caracterização de Genes Importantes para a Interação Fungo-Hospedeiro; Marcadores Moleculares.

– Aplicações Biotecnológicas da Interação microrganismo – hospedeiro

Parte III:

– Bases Citológicas da Interação Microrganismo – Hospedeiro

– Aspectos Citológicos do Desenvolvimento de Microrganismos durante a infecção do hospedeiro.

Bibliografia:

Azevedo, J.L. Genética de Microorganismos em Biotecnologia e Engenharia Genética. FEALQ. 1995.

AZEVEDO, M.O.A.; FILIPE, M.S.S.; BRÍGIDO, M.M.; MARANHÃO, A.Q.; DE-SOUZA, M.T. Técnicas básicas em Biologia Molecular. Brasília: Ed. UnB, 2003.

BLACK, J.G. Microbiologia: Fundamentos e Perspectivas. Ed. Guanabara Koogan, R.J. 2002. 829 p.

BOREM, A. e SANTOS, F.R. Biotecnologia Simplificada, Editora Suprema, Viçosa–MG, 2001.

BRASILEIRO, A.C.M.; CARNEIRO, V.T.C. Manual de Transformação Genética de Plantas. Brasília, DF. Embrapa-SPI/ Embrapa-Cenargen, 1998. 309 p.

BROWN, T. A.. Genética: Um Enfoque Molecular -3a. Ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 1999.

Dodson, S. I.; Allen, T.F.H.; Carpenter, S.R.; Ives, A.R.; Jeanne, R.L.; Kitchell, J.F.; Langston, N.E. & Turner, M.G. 1998. Ecology. Oxford University Press.

EIRAS, J. C.; TAKEMOTO, R. M.; PAVANELLI, G. C. Métodos de estudo e Técnicas laboratoriais em Parasitologia de Peixes.Ed. da Universidade Estadual de Maringá, Maringá. 2000, 171 p.

ESPOSITO,E. & AZEVEDO, J.L. Fungos: Uma Introdução à  Biologia, Bioquímica e Biotecnologia. Caxias do Sul: Educs, 2004.

FERREIRA, M.E.; GRATTAPAGLIA, D. Introdução ao Uso de Marcadores Moleculares em Análise Genética. 2ª  ed. Brasília, DF. Embrapa-SPI/ Embrapa-Cenargen, 1995. 220 p.

GLAZER, A.N.; NIKAIDO, H. Microbial Biotechnology: fundamentals of applied microbiology. W.H. Freeman and Company. New York. 1995. 662 p.

GLAZER, A.N.; NIKALDO, H. Microbial Biotechnology. Fundaments of Applied Microbiology. W.H. Freeman and Company, 1995.

GRIFFITHIS, A.J. F. GELBART, W.M.; MILLER, J.H. & LEWONTIN, R.C.. Genética Moderna. 1a Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2001.

GRIFFITHS, A.J.F.; GELBART, W.M.; MILLER, J.H.; LEWONTIN, R.C. Introdução a Genética. Trad.: Paulo Armando Motta, 8ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2006.

LEWIN, B. Genes VII. Oxford: Oxford University Press, 1999.

MALACINSKI, G.M. Fundamentos de Biologia Molecular. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara-Koogan, 2005.

MEDEIROS, R.B.; FERREIRA, M.A.S.; DIANESE, J.C. Mecanismos de Agressão e Defesa nas Interações Planta-Patógeno. Ed. UnB, D.F. 2003.285p.

MELO, I.S.; AZEVEDO, J.L. (eds) Controle Biológico. Vol. 1. Embrapa, 1998. 262 p.

MELO, I.S.; AZEVEDO, J.L. (eds) Controle Biológico. Vol. 3. Embrapa, 2000. 308 p.

MELO, I.S.; AZEVEDO, J.L. (eds) Microbiologia Ambiental. Embrapa. 1997. 440p.

MELO, I.S.; VALADAER-INGLIS, M.C.; NASS, L.L.; VALOIS, A.C.C. Recursos Genéticos e Melhoramento de Microrganismos. Embrapa. 2002. 743 p.

Molles, M.C. Ecology: concepts and applications. 2nd ed. 2002. New York: McGraw-Hill Companies.

MOORE-LANDECKER, E. Fundamentals of the fungi. Prentice-Hall. New Jersey, USA. 1996. 574 p.

PAVANELLI, G. C.; EIRAS, J. C.; TAKEMOTO, R. M. Doenças de Peixes: Profilaxia, Diagnóstico e Tratamento. 2ª ed. Ed. da Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2002, 305 p.

Putman, R.J. Principles of ecology.

REGITANO, L.C.A. & COUTINHO, L.L. Biologia Molecular Aplicada à Produção Animal. 01 ed. Editora Embrapa.2001.

Ricklefs, R.E. 1990. Ecology. 3rd. ed.

SAMBROOK, J.; FRITSCH, E.F. & MANIATIS, T., 1989 – Molecular Cloning – A Laboratory Manual. Cold Springer Harbor Laboratory Press.

SERAFINI, L., Barros, N. M., AZEVEDO, J. L. Biotecnologia: Avanços na Agricultura e na agroindústria. 01 ed. Caxias do Sul : Editora da Universidade de Caxias do Sul, 2002.

SERAFINI, L., Barros, N. M., AZEVEDO, J. L. Biotecnologia: Avanços na Agricultura e na agroindústria. 01 ed. Caxias do Sul : Editora Agropecuária, Guaíbal, 2001.

Smith, R. L. 1992. Elements of ecology. 3rd ed. New York: HarperCollins Publishers Inc.

Smith, R.L. 1990. ecology and field biology. 4th ed. New York: HarperCollins Publhishers.

WALKER, M.R. Guia de rotas na tecnologia do gene. São Paulo: Ed. Atheneu, 1999.

Disciplina Obrigatória
Informações: A Pesquisa é parte essencial no desenvolvimento dos cursos de mestrado e doutorado, pois se refere à produção da dissertação e tese. Caso o aluno não esteja cursando nenhuma disciplina, obrigatoriamente está realizando a pesquisa.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 4 – Disciplina Obrigatória

Professores(as) ministrantes: Karina Fidanza Rodrigues, Marcílio Hübner de Miranda Neto, Weferson Junio da Graça

Ementa: Estudo dos níveis organizacionais vegetais, animais e de microrganismos, e sua importância para a relação com o meio ambiente.

Objetivo: Reconhecer e caracterizar os diversos níveis de organização estrutural de microrganismos, vegetais e animais em resposta às pressões ambientais seletivas ao longo de sua história evolutiva.

Programa:

  1. Níveis estruturais de organização: organismos unicelulares, coloniais, filamentosos, constituídos por tecidos verdadeiros;
  2. Embriologia e evolução;
  3. Evolução dos diferentes sistemas de tecidos: dérmico, fundamental e vascular;
  4. Evolução dos órgãos vegetativos e reprodutivos em plantas;
  5. Interações microrganismo-planta-animal;
  6. Bases Cronobiológicas da interação ser vivo meio ambiente;
  7. Fatores ambientais, culturais e sociais que repercutem na organização estrutural das células e tecidos humanos.

Avaliação: A avaliação será feita mediante seminário, em que serão julgados a apresentação/discussão e trabalho escrito sobre tema constante no programa da disciplina, com valor de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).

Bibliografia:

APEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S.M. (Editoras). Anatomia Vegetal. Editora UFV. Viçosa.  2003

BELL, A. D.; BRYAN, A. Plant Form – An illustrated guide to flowering plant morphology.  Oxford University Press, Oxford, New York, Tokyo.  1991.

BOLD, H.C.  Morphology of Plants.  2ª ed.  New York, Harper & Row Publishers.  1967.

BOLD, H.C.; ALEXOPOULOS, C. J.; DELEVORYAS, T.  Morfología de las Plantas y los Hongos.  Ediciones Omega, S. A., Barcelona. 1989.

CUTTER, G. E. Anatomia Vegetal – Parte I – Células e Tecidos.  Livraria Rocca Ltda.  1987.

CUTTER, G. E. Anatomia Vegetal – Parte II – Órgãos – Experimentos e interpretação.  Livraria Rocca Ltda. 1987.

ESAU, K. Anatomia das Plantas com Sementes.  Trad. 1973. Berta L. de Morretes. Editora Blücher, São Paulo.  1960.

ESAU, K.  Plant Anatomy.  John Willey & Sons, New York.  1965

ESAU, K.  Anatomia Vegetal.  Barcelona, Ediciones Omega S.A.  1972.

ESAU, K.  Anatomy of Seed Plants.  John Willey & Sons, New York.  1977.

FAHN, A.  Anatomia Vegetal.  Madrid: H. Blume Ed. 1978.

FAHN, A.  Plant anatomy.  4ª ed.  Pergamon Press, New York.  1990.

FOSTER, A.S.; GIFFORD, E.M. Jr.  Comparative Morphology of Vascular Plants.  Freeman & Co., San Francisco.  1976.

GIFFORD, E. M. Jr.; FOSTER, A.S.  Morphology and Evolution of Vascular Plants.  W. H. Freemam & Co., New York.  1988.

HICKMAN JR., C.P., ROBERTS, L.S., LARSON, A.  Princípios Integrados de Zoologia. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2004. 846 p.

HILDEBRAND, M. Análise da Estrutura dos Vertebrados. Atheneu Editora: São Paulo, 1995. 700 p.

MARQUES,N.; MENNA BARRETO,L. Cronobiologia: princípios e aplicações. São Paulo: EDUSP, 1997.

MAUSETH, J.D.  Plant Anatomy.  Benjamim & Cummings, Menlo Park.  1988.

MAUSETH, J.D.  Botany: An Introdution to Plant Biology.  Saunders College, San Francisco.  1991.

PIRLOT, P. Morfologia Evolutiva de los Cordados. Ediciones Omega: Barcelona, 1976. 966 p.

RAVEN, P. H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia Vegetal.  5ª ed. Guanabara Koogan S.A, Rio de Janeiro.  1996.

ROMER, A.S., PARSONS, T.S. Anatomia Comparada dos Vertebrados. Atheneu Editora: São Paulo, 1985. 559 p.

RUPPERT, E.E., FOX, R.S., BARNES, R.D. Zoologia de Invertebrados: Uma abordagem funcional-evolutiva. Editora Roca: São Paulo, 2005. 1168 p.

SCAGEL, R.F.; BANDONI, R.J.; ROUSE, G.E.; SCHOFIELD, W.B.; STEIN, J.R.; TAYLOR, T.M.C. El Reino Vegetal.  2ª ed.  Ediciones Omega, S.A., Barcelona.  1987.

SOUZA, L. A. Morfologia e anatomia vegetal: células, tecidos, órgãos e plântula. Editora UEPG, Ponta Grossa.  2003.

STORER, T.I., USINGER, R.L., STEBBINS, R.C., NYBAKKEN, J.W. Zoologia Geral. Companhia Editora Nacional: São Paulo, 1986. 816 p.

STRASBURGER, E.; NOLL, F.; SCHENCK, H.; SCHIMPER, A.F.W. Tratado de Botanica.  6ª ed.  Editorial Marin, S.A. Barcelona, Bogota, Buenos Aires, Mexico, Puerto Rico.  1984.

TORREY, T.W. Morfogénesis de los Vertebrados. Editorial Limusa: México D.F., 1983. 576 p.

ZIMMERMANN, W. Evolución Vegetal. Ediciones Omega, S.A. Barcelona. 1976.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 4 – Disciplina Obrigatória

Professores(as) ministrantes: Rosilaine Carrenho, Lindamir Hernandez Pastorini, Claudio Henrique Zawadzki, Káthia Socorro Mathias Mourão

Ementa: Estudo bidirecional das relações entre os organismos e o ambiente. Efeitos dos fatores abióticos sobre os organismos. Influência das atividades biológicas sobre o meio.

Objetivo: Caracterizar as relações entre os organismos e o ambiente e os efeitos de fatores abióticos sobre os principais aspectos morfológicos, fisiológicos e ecológicos.

Programa:

Organismos decompositores e ciclagem de nutrientes

– Grupos funcionais

– Ciclagem de nutrientes

– Ciclagem e biorremediação

Plantas e ambiente

– Influência do sistema de raízes sobre a estruturação do solo

– Influência da serapilheira sobre propriedades físicas e químicas do solo e da água

– Fatores abióticos sobre a morfologia e anatomia vegetal

– Energia e estoque de carbono

– Vegetação e clima

– Fatores do ambiente sobre o crescimento e desenvolvimento vegetal

– Fitorremediação e bioindicadores

Animais e ambiente

– Coevolução entre organismos

– Polinização, dispersão e diversidade

– Predação e ambiente

– Biogeografia

– Alterações climáticas, biologia e diversidade animal

– Ações antrópicas, biologia e diversidade animal

Avaliação: A avaliação será feita mediante a apresentação/discussão de tópicos relacionados ao programa com valor de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).

Bibliografia:

CALDER, J.R.; HALL, R.L.; ADLARD, P.G.  Growth and water use of forest plantations.  New York: John Willey & Sons, 1992. 381p.

CHAPIN, F. S.  Integrated responses of plants to stress.  BioScience, v. 41, n. 1, p. 29-36. 1991.

KOZLOWSKI, T. T.  Flooding and plant growth.  Orlando, Academic Press, 1984. 355p.

LARCHER, W.  Ecofisiologia vegetal.  São Carlos, RiMa Artes e Textos, 2000. 531p.

MOONEY, H.A.; WINNER, W.E.; PELL, E.V.  Response of plants to multiple stresses.  San Diego: Academic Press, 1991. 422p.

NOBEL, P.S.  Physicochemical and environmental plant physiology.  Los Angeles: University of California Press, 1991. 607p.

PEARCY, R. W.; EHLERINGER, J. R.; MOONEY, H. A.; RUNDELL, P. W.  Plant physiological ecology. Field methods and instrumentation.  London: Chapman and Hall, 1991. 457p.

SCARANO, F.R.; FRANCO, A.C. (Eds).  Ecophysiological strategies of xerophytic and amphibious plants in the neotropics. Séries Oecologia Brasiliensis, Vol IV. PPGE-UFRJ. Rio de Janeiro: 1998. p. 157-176.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 4

Professor(a) ministrante: Alberto José Prioli

Ementa: Planejamento, análise e interpretação de experimentos e estimativas de parâmetros biológicos.

Programa:

Conceitos básicos de estatística

Teste de hipóteses: teste t de Student

Princípios básicos da experimentação

Análise de variância (ANOVA)

Delineamento inteiramente casualizado

Delineamento em blocos completos casualizados

Experimentos fatoriais e hierárquicos

Comparações múltiplas de médias de tratamentos

Pressuposições básicas e transformações de dados

Correlação de Pearson

Regressão: simples, múltipla e polinomial

Análise de covariância (ANCOVA)

Testes não-paramétricos

Tabelas de contingência

Wilcoxon

Mann-Whitney

Kruskal-Wallis

Correlação de Spearman

Análise multivariada

Análise de variância multivariada (MANOVA)

Ordenação

Agrupamento

Utilização de programas computacionais

Bibliografia:

Andrade, D.F.; Ogliari, P.J. Estatística para as Ciências Agrárias e Biológicas. Com Noções de Experimentação. Editora da UFSC, Florianópolis, 2007.

Banzatto, D.A.; Kronka, S.N. Experimentação Agrícola. 4ª ed., Funep, Jaboticabal, 2008.

Gomes, F.P. Curso de Estatística Experimental. Nobel, São Paulo, 1985.

Hair Jr, J.F.; Anderson, R.E.; Tatham, R.L.; Black, W.C. Análise Multivariada de Dados. 5ª ed., Bookmann, Porto Alegre, 2005.

Manly, B.J.F. Métodos Estatísticos Multivariados: Uma Introdução. 3ª ed., Artmed Bookman. Porto alegre, 2008.

Mingoti, S.A. Análise de Dados através de Métodos de Estatística Multivariada: Uma abordagem Aplicada. Editora UFMG, Belo Horizonte, 2005.

Pagano, M.; Gauvreeau, K. Princípios de Bioestatística. Pioneira Thomson Learning Ltda, São Paulo, 2004.

Ramalho, M.A.P.; Furtado, D.F.; Oliveira, A.C. Experimentação em Genética e Melhoramento de Plantas. 2ª ed., Editora UFLA, Lavras, 2005.

Siegel, S. Estatística Não-Paramétrica. McGraw-Hill do Brasil, São Paulo, 1975.

Sokal, R.R.; Rohlf, F.J. Biometry. W.H. Freeman and Company, New York, 1995.

Steel, R.G.D.; Torrie, J.M. Principles and Procedures of Statistics: A Biometrical Approch. John Wiley & Sons, New York, 1980.

Vieira, S. Análise de Variância (ANOVA). Atlas, São Paulo, 2006.

Zar, J.H. Biostatistical Analysis. 2nd ed. Prentice Hall Inc, Englewood Cliffs, 1984.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 4

Professor(a) ministrante: João Alencar Pamphile

Ementa: Análise comparativa entre genomas procarióticos e eucarióticos. Estudo dos métodos de sequenciamento, anotação e mapeamento gênico e de perfil do transcriptoma e proteoma.

Bibliografia:

BROWN, T. A. Genomes. 2nd ed. Oxford: BIOS Scientific Publishers Ltda; 2002.

GRIFFITHS, A.J.F.; MILLER, J.H.; SUZUKI, D.T.; LEWONTIN, R.C.; GELBART, W.M. Introduction to Genetic Analysis. 7th ed. New York: W. H. Freeman & Co. 1999.

GRIFFITHS, ANTHONY J.F.; GELBART, WILLIAM M.; MILLER, JEFFREY H.; LEWONTIN, RICHARD C. Modern Genetic Analysis. New York: W. H. Freeman & Co. 1999.

ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Molecular Biology of the Cell. 4th ed. New York: Garland Publishing. 2002.

KOONIN, E.V.; GALPERIN, M.Y. Sequence – Evolution – Function. Computational Approaches in ComparativeGenomics. Norwell: Kluwer Academic Publishers. 2003.

The NCBI Handbook. Bethesda (MD):National Library of Medicine (US), NCBI; 2002.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 4

Professor(a) ministrante: Claudio Henrique Zawadzki

Ementa: Estudo dos fatores genéticos e ambientais na determinação do processo evolutivo e suas consequências em relação ao futuro das espécies e ecossistemas.

Programa:

01 – Bases genéticas da Evolução (16 horas)

02 – Deriva genética e estrutura genética de populações (8 horas)

03 – Seleção natural (6 horas)

04 – Especiação (6 horas)

05 – Adaptação (6 horas)

06 – Origens das novidades evolutivas (6 horas)

07 – Coevolução (6 horas)

08 – Mecanismos de extinção (6 horas)

Avaliação: O item 1 será avaliado por meio de prova escrita. Os demais itens serão avaliados pela apresentação e discussão do tema em sala e apresentação de uma resenha sobre o assunto.

Bibliografia:

Dobzhansky, T. 1973. Genética do Processo Evolutivo. Trad. De Celso Abbade Mourão. S. Paulo, Polígono/EDUSP.

Griffiths, A. J. F., Gilbert, W. M., Miller, J. H. & Lewontin, R. C. 2001. Genética Moderna. Trad. de Liane Oliveira Mufarrej Barbosa e Paulo Armando Motta. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Koogan AS.

Futuyma, D. J.1992. Biologia Evolutiva. Trad. De Mario de Vivo. Ribeirão Preto, SBG/CNPq.

Pierce, B. A. 2004. Genética, um enfoque conceitual. Trad. de Paulo Armando Motta. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Koogan AS.

Snustad, D. P. & Simmons, M. J. 2003. Fundamentos de Genética. Trad. de Paulo Armando Motta. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Koogan AS.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 4

Professor(a) ministrante: Veronica Elisa Pimenta Vicentini

Ementa: Estudo da biologia molecular da indução de mutação e dano no DNA; do impacto das alterações no meio ambiente para a ocorrência de mutação; da ação de agentes mutagênicos físicos, químicos e biológicos; estimativa de risco e biomonitoramento; da susceptibilidade genética, do reparo, das causas e das conseqüências da variabilidade orgânica.

Programa:

Introdução: Células; Estrutura do Material Genético; Mutagênese (Citotoxicidade, Genotoxicidade); Carcinogênese; Teratogênese.

Mutação Espontânea e Induzida

Mutação Gênica

Mutação Cromossômica (Estrutural e Numérica)

Interação Organismo e Meio Ambiente

Exposição Casual e Ocupacional

Mutágenos: Químicos, Físicos e Biológicos

Estimativa de Risco no Ecossistema

Biomonitoramento Ambiental

Mecanismos Biológicos de Reparo

Metodologias de Avaliação – Guidelines (in vivo e in vitro)

Variabilidade Genética dos Organismos

Atividade Mutagênica para os Seres Vivos.

Bibliografia:

ASHBY, J.; SERRES, F.J.; SHELBY, M.D.; MARGOLIN, B.H.; ISHIDATE, M. JR.; BECKING, G.C. Evaluation of Short-Term Tests for Carcinogens. Report of the International Programme on Chemical Safety’s Collaborative Study on in vivo Assays. Cambridge: Cambridge University Press, vol 1, 1436 p. 1988.

ASHBY, J.; SERRES, F.J.; SHELBY, M.D.; MARGOLIN, B.H.; ISHIDATE, M. JR.; BECKING, G.C. Evaluation of Short-Term Tests for Carcinogens. Report of the International Programme on Chemical Safety’s Collaborative Study on in vivo Assays. Cambridge: Cambridge University `Press, vol 2, 2376 p. 1988.

BOEI, J.J.W.A. Radiation Induced Chromosomal Aberrations in Mammalian Cells. Analysis by fluorescence in situ hybridization. Leiden: Leiden University Medical Center. 204 p. 1966.

BRONZETTI, G.; HAYATSU, H.; DE FLORA, S.; WATERS, M.D.; SHANKEL, D.M. Antimutagenesis and Anticarcinogenesis Mechanisms III. Vol. 61. Basic Life Sciences. New York: Plenum Press. 194 p. 1993.

FRIEDBERG, E.C.; WALKER, G.C.; SRADA, W. DNA Repair and Mutagenesis. Washington: American Society for Microbiology Press. 698 p. 1995.

KURODA, Y.; SHANKEL, D.M.; WATERS, M.D. Antimutagenesis and Anticarcinogenesis Mechanisms II. Basic Life Sciences. Vol. 52. New York: Plenum Press. 485 p. 1990.

OBE, G. Advances in Mutagenesis Research. Vol. 2. New York: Springer-Verlag. 326 p. 1990.

OBE, G. Advances in Mutagenesis Research. Vol. 4. New York: Springer-Verlag. 241 p. 1993.

OBE, G. Advances in Mutagenesis Research. Vol. 5. New York: Springer-Verlag. 193 p. 1994.

OBE, G.; NATARAJAN, A.T. Chromosomal Alterations. Basic and Applied Aspects. New York: Springer-Verlag. 319 p. 1990.

OBE, G.; NATARAJAN, A.T. Chromosomal Alterations. Origin and Significance. New York: Springer-Verlag. 402 p. 1991.

RABELLO-GAY, M.N.; RODRIGUES, M.A.R.; MONTELEONE-NETO, R. Mutagênese, Teratogênese e Carcinogênese: Métodos e Critérios de Avaliação. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética. 241 p. 1991.

RIBEIRO, L.R.; SALVADORI, D.M.F.; MARQUES, E.K. Mutagênese Ambiental. Porto Alegre: Ed. da ULBRA. 355 p. 2003.

SANSEVERINO, M.Y.V.; SPRITZER, D.T.; SCHÜLER-FACCINI, L. Manual de Teratogênese. Porto Alegre: Ed. Universidade UFRGS. 556 p. 2001.

SILVA, J.; ERDTMANN, B.; HENRIQUES, J.A.P. Genética Toxicológica. Porto Alegre: Ed. Alcance. 424 p. 2003.

Carga Horária: 45 hs – Créditos: 3

Professor(a) ministrante: Sidinei Magela Thomaz

Ementa: Gênese e compartimentos dos ecossistemas aqüáticos continentais. Ciclagem dos principais nutrientes (N, P, Fe, S). Dinâmica do oxigênio dissolvido e do carbono. Metabolismo dos ambientes aqüáticos: produção e decomposição.

Programa:

  • Introdução e histórico;
  • Efeitos ecológicos da estrutura da molécula de água;
  • Radiação solar e seus efeitos sobre os ecossistemas aquáticos (radiação fotossinteticamente ativa e estratificação térmica);
  • Dinâmica dos principais gases: oxigênio dissolvido, gás carbônico (sistema tampão, pH e alcalinidade);
  • Ciclagem dos principais nutrientes: nitrogênio, fósforo, enxofre, ferro e sílica;
  • Carbono Orgânico e detritos;
  • “Microbial loop”.
  • Produção primária e decomposição;
  • Eutrofização;
  • Conceitos e hipóteses de funcionamento de alguns sistemas aquáticos: riachos, rios, sistemas rios-planícies de inundação e reservatórios.
Bibliografia:

ESTEVES, F.A. 1988. Fundamentos de Limnologia.2ª ed.  Rio de Janeiro/FINEP: Interciência. 602p.

ESTEVES,F. 1998.Fundamentos de Limnologia.Interciência/FINEP.Rio de Janeiro.575p.

HORNE, A. and C.R.GOLDMAN. 1994. limnology.2nd.Edition.McGraw-Hill Int. Ed.Singapore.576p.

LAMPERT, W. & SOMMER, U. 1997. Limnoecology. The ecology of lakes andStreams. Oxford University Press. New York. 382p.

MARGALEF, R. 1983. Limnologia. Barcelona. Ediciones Omega S.A. 1010 p.

MOSS, B. 1980. Ecology of fresh waters: man and medium. Oxford. Blackwell Scientific Publications. 331 p. 2 nd ed. 417p.

MOSS, B.1998. Ecology of Freshwater. Man and Medium.3rd ed.Blackwell Scientific Publ. Oxford. 557p.

PAYNE, A. I. 1986. The ecology of tropical lakes and rivers. Chichester. John Wiley e Sons. 301 p.

TALLING, J. F. & Lemoalle, j. 1998. Ecological dynamics of tropical inland waters. Cambridge University Press, Cambridge. 441p.

THORNTON, K. W., B. L. KIMMEL, and F.E. PAYNE. Reservoir Limnology: Ecological Perspectives. Johan Willey & Sons. New York. 246p.

WETZEL, R. G. 1975. Limnology. W. B. Saunders. 743p.

WETZEL, R. G. 1981. Limnologia. Barcelona. Ediciones Omega S.A. 679 p.

Carga Horária: 75 hs – Créditos: 4

Professores(as) ministrantes: Ricardo Massato Takemoto, Tomas Scholz

Ementa: Métodos de coleta e processamentos de helmintos e curstáceos parasitos de peixes de água doce.

Programa:

Introdução ao estudo dos parasitas de peixes.

Necropsia de peixes para coleta de parasitos.

Métodos de fixação e preservação de helmintos parasitos de peixes.

Métodos de fixação e preservação de crustáceos parasitos de peixes.

Preparação de lâminas temporárias e permanentes para estudo de parasitas de peixes.

Morfologia dos helmintos e crustáceos parasitos de peixes

Bibliografia:

BUSH, A. O., K. D. LAFFERTY, J. M. LOTZ, & A. W. SHOSTAK. 1997. Parasitology meets ecology on its own terms: Margolis et al. revisited. Journal of Parasitology, 83: 575-583.

EIRAS, J. C. 1994. Elementos de Ictioparasitologia. Porto: Fundação Eng. António de Almeida. 339 p.

EIRAS, J. C., TAKEMOTO, R. M. & PAVANELLI, G. C. 2006. Métodos de Estudo e Técnicas Laboratoriais em Parasitologia de Peixes. Maringá: EDUEM, 2006, 2ª edição. 199 p.

PAVANELLI, G.C., EIRAS, J.C. & TAKEMOTO, R.M. 2008. Doenças de peixes: profilaxia, diagnóstico e tratamento. 3ª ed. EDUEM, Maringá: 305 pp.

PAVANELLI, G.C., TAKEMOTO, R.M. & EIRAS, J.C.(Org.) 2013. Parasitologia Peixes de água doce do Brasil. EDUEM, Maringá: 452 pp.

ROBERTS, L., SCHMIDT, G. D. & JANOVY JR, J. 2008. Foundations of Parasitology. McGraw-Hill Education, 701 pp.

Carga Horária: 45 hs – Créditos: 3

Professor(a) ministrante: Carmem Lúcia M. S. C. Rocha

Ementa: Estudo dos aspectos genéticos, bioquímicos e celulares da embriogênese e desenvolvimento em eucariotos e as interações do organismo com o tempo.

Programa:

  1. Mecanismos de controle da expressão gênica
  2. Expressão gênica e morfogênese
  3. Expressão gênica e organogênese
  4. Expressão gênica e desenvolvimento de fungos filamentosos
  5. Expressão gênica e desenvolvimento de plantas
  6. Expressão gênica e desenvolvimento de eucariotos inferiores
  7. Expressão gênica e desenvolvimento de eucariotos superiores

Avaliação: A avaliação será feita pela apresentação de seminários e pelo desenvolvimento de um pequeno projeto de pesquisa em genética do desenvolvimento em fungos.

Bibliografia:

ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Molecular Biology of the Cell  5th ed. New York: Garland Publishing Inc., 2007. 1268p.

LEWIN, B. Genes IX. 9th ed. Boston: Jones & Bartlett Publishers, 2006. 892 p.

LODISH, H.; BERK, A.; ZIPURSKY, S.L.; MATSUDAIRA, P.; BALTIMORE, D.; DARNELL, J. Molecular Cell Biology. W.H. Freedman and Company. 2000. 1084 p.

GILBERT, S.F. Developmental Biology  9th ed. Massachusetts: Sinauer Associates Inc. Publishers, 2010. 711 p.

NELSON, D.L.; COX, M. Lehninger Principles of Biochemistry. 3th. New York: Worth Publishers, 2000. 1152 p.

BUCHANAN B. B. Biochemistry and Molecular Biology of Plants. Ed. American Society of Plant Physiologists, Rockville, Maryland. 2000, 1367p.

Carga Horária: 75 hs – Créditos: 4

Professor(a) ministrante: Carla Simone Pavanelli

Ementa: Biogeografia, sistemática e distribuição de grupos de peixes de água doce com destaque aos representados na bacia do Prata.

Programa:

  • Noções básicas de biogeografia
  • Conhecimentos básicos da história geológica da bacia do Prata
  • Conhecimentos básicos de nomenclatura zoológica
  • Caracteres morfomerísticos diagnósticos e espécies representantes da bacia do Prata, da Ordem Myliobatiformes, Clupeiformes, Characiformes, Siluriformes, Gymnotiformes, Atheriniformes, Cyprinodontiformes, Beloniformes, Synbranchiformes, Perciformes, Pleuronectiformes e Lepidosireniformes.
Bibliografia:

Albert, J. S.; Fernandes-Matioli, F. M. C.; Almeida-Toledo, L. F. 1999. New species of Gymnotus (Gymnotiformes, Teleostei) from the Southeastern Brazil: toward the deconstruction of Gymnotus carapo. Copeia, v. 2, p. 410-421.

Blackwelder, R. E. 1967. Taxonomy. A text and reference book. New York : John Wiley & Sons, Inc. 698 p.

Britski, H. A. 1972. Peixes de água doce do Estado de São Paulo. Sistemática. In: Comissão Interestadual da bacia Paraná-Uruguai. Poluição e Piscicultura. São Paulo : Faculdade de Saúde Pública da USP/Instituto de Pesca. p. 79-108.

Britski, H. A. Ictiofauna – Complementação do inventário ictiofaunístico. In: CETESB, Itaipu Binacional. São Paulo: CETESB, [1982]. p. A1-B44. il.

Britski, H. A., Sato, Y., Rosa, A. B. S. Manual de identificação de peixes da região de Três Marias (com chaves de identificação para os peixes da bacia do São Francisco). 3 ed. Brasília: CODEVASF, 1988. 115 p. il.

Britski, H. A., Silimon, K. S. & Lopes, B. S. 1999. Peixes do pantanal. Manual de identificação. Brasília : Embrapa. 184 p.

Burgess, W. E. 1989. An atlas of Freshwater and Marine Catfishes. A preliminary Survey of the Siluriformes. Neptune City: T.F.H. 784 p.

Castro, R. M. C. 1990. Revisão taxonômica da família Prochilodontidae (Ostariophysi: Characiformes). São Paulo : USP. 293 p. Tese (Doutorado em Ciências) – Universidade de São Paulo, 1990.

Cuvier, G. Historical portrait of the progress of ichthyology, from its origins to our own time [Tableau historique des progrès de l’ichtyologie. English].Edited by Theodore W. Pietsch. Translated by Abby J. Simpson. Edição fac-similar. Baltimore; London: The Johns Hopkins University Press, 1995. 366 p.: il. (Foundations of Natural History).

Eigenmann, C. H. 1911. New characins in the collection of the Carnegie Museum. Annals of the Carnegie Museum, v. 8, n. 1, p. 164-181.

Eigenmann, C. H. 1921. The American Characidae. Memoirs of the Museum of Comparative Zoology (Harvard College), v. 43, n. 3, p. 209-310.

Eigenmann, C. H. 1927. The American Characidae. Memoirs of the Museum of Comparative Zoology (Harvard College), v. 43, n. 4, p. 311-428.

Ellis, M. D. 1911. On the species of Hasemania, Hyphessobrycon and Hemigrammus collected by D. Haseman for the Carnegie Museum. Annals of the Carnegie Museum, v. 8, n. 1, p. 148-163.

Eschmeyer, W. N. 1990. Catalog of the genera of recent fishes. San Francisco : California Academy of Sciences. 697 p.

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Fowler, H. W. 1948. Os peixes de água doce do Brasil. Arq. Zool. Estado São Paulo. São Paulo, v. 6, 1a entrega, p. 1-204.

Fowler, H. W. 1950. Os peixes de água doce do Brasil. Arq. Zool. Estado São Paulo. São Paulo, v. 6, 2a entrega, p.205-404.

Fowler, H. W. 1951. Os peixes de água doce do Brasil. Arq. Zool. Estado São Paulo. São Paulo, v. 6, 3a entrega, p.405-603.

Fowler, H. W. 1954. Os peixes de água doce do Brasil. Arq. Zool. Estado São Paulo. São Paulo, v. 6, 4a entrega, p.1-400.

Garavello, J. C., Pavanelli, C. S., Suzuki, H. I. Caracterização da ictiofauna do rio Iguaçu. In: Agostinho, A. A., Gomes, L. C. Reservatório de Segredo – bases ecológicas para o manejo. 1997. p. 61-84.

Garutti, V. 1995. Revisão taxonômica dos Astyanax (Pisces, Characidae), com mancha umeral ovalada e mancha no pedúnculo caudal, estendendo-se à extremidade dos raios caudais medianos, das bacias do Paraná, São Francisco e Amazônica. São Paulo : UEPJMF/SJRP. 286 p. Tese (Livre Docência em Vertebrados) – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/Câmpus de São José do Rio Preto, 1995.

Géry, J. 1977. Characoids of the world. Neptune City : T.F.H. 672 p.

Géry, J.; Manhnert, V.; Dlouhy, C. 1987. Poissons Characoides non Characidae du Paraguay (Pisces, Ostariophysi). Revue Suisse Zoologie, v. 94, n. 2, p. 357-464.

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Gosline, W. A. 1947. Contributions to the classification of the loricariid catfishes. Arquivos do Museu Nacional, v. 41, p. 79-131.

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Pappavero, N. 1994. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. São Paulo : Editora UNESP, 285 p.

Pavanelli, C. S. Caracterização morfológica das espécies da família Cichlidae (Osteichthyes – Perciformes) no reservatório de Itaipu, bem como sua área de influência e na região de Porto Rico-Pr, Brasil, (Monografia de Especialização em Ecologia de Água Doce). Maringá: Universidade Estadual de Maringá, 1990. 115 p. il.

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Reis, R. E.; Weber, C.; Malabarba, L. R. 1990. Review of the genus Hypostomus Lacépède, 1803 from Southern Brazil, with descriptions of three new species (Pisces, Siluriformes, Loricariidae). Revue Suisse de Zoologie, v. 97, n. 3, p. 729-766.

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Rosen, D. E., Bailey, R. M. 1963. The poeciliid fishes (Cyprinodontiformes), their structure, zoogeography, and systematics. Bulletin of the Museum of Natural History, v. 126, n. 1, p. 1-126.

Sampaio, F. A. A. 1988. Estudos taxonômicos preliminares dos Characiformes (Teleostei, Ostariophysi) da bacia do rio Iguaçu, com comentários sobre o endemismo dessa fauna. São Carlos : UFSCar. 175 p. Dissertação (Mestrado em Ecologia e Recursos Naturais) – Universidade Federal de São Carlos, 1988.

Severi, W., Cordeiro, A. A. de M. 1994. Catálogo de peixes da bacia do rio Iguaçu. Curitiba: IAP/GTZ. 118p.

Silfvergrip, A. M. C. 1996. A systematic revision of the neotropical catfish genus Rhamdia (Teleostei, Pimelodidae). Stockholm : Swedish Museum of Natural History. 156 p.

Sterba, G. 1989. Freshwater fishes of the world. New Delhi : Cosmo Publications. 469 p. + 124 plates.

Thys van Audenaerde, D. F. E. 1964. Revision systematique des especes congolaises du genre Tilapia (Pisces, Cichlidae). Annales du Musee Royal de l’Afrique Centrale, serie IN-8o, n. 24, 155 p., XI planches.

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Weber, C. 1986a. Les poissons-chats cuirassés de la sous-famille des Hypostominae du Paraguai. Nancy : UN. 96 p. Dissertação (Mestrado em Estudos Superiores) – Université de Nancy, 1986.

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Wosiacki, W. B. 1997 Sistemática de Trichomycteridae (Ostariophysi – Siluriformes) na bacia do rio Iguaçu a montante das cataratas, com a descrição de oito espécies novas. Curitiba : UFPr. 128 p. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) – Universidade Federal do Paraná, 1997.

Carga Horária: 30 hs – Créditos: 2

Professor(a) ministrante: Henrique Ortêncio Filho

Ementa: Caracteres, origem e classificação dos mamíferos. As ordens de mamíferos. Fragmentação, urbanização e a mastofauna. Aspectos prioritários para a conservação de mamíferos.

Programa:

– Introdução à sistemática e taxonomia e origem e evolução de mamíferos

– Diversidade de mamíferos

– Efeitos da fragemntação de hábitats sobre comunidade animais

– Mastofauna urbana

– Estudos e conservação de mamíferos no Brasil

– Conservação de mamíferos e a lista da IUCN

– Projetos em mastozoologia

Avaliação: A avaliação será pelo desenvolvimento de um pequeno projeto de pesquisa em mastozoologia.

Bibliografia:

BEGON, M.; MORTIMER, M.; THOMPOSON, D.J. Population ecology. 3. ed. Blackwell, Oxford. 1996.

CULLEN JR., L; PÁDUA, C. V.; RUDRAN, R. (Orgs.). Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. Curitiba: Universidade Federal do Paraná (UFPR). 2003.

HICKMAN JR, C. P.; ROBERTS, L. S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11. ed. Guanabara-Koogan, 2003. 846p.

KREBS, C. J. Ecology. The experimental analysis of distribution and abundance. 4ª ed. Harper & Collins, New York. 1994.

MACHADO, A. B. M.; DRUMMOND, G. M.; PAGLIA, A. P. (Eds). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção. 1.ed. – Brasília, DF: MMA, Belo Horizonte, MG: Fundação Biodiversitas, 2v. 2008. 1420p.

NOWAK, R. M. Walker’s mammals of the world. 6.ed. 2v. Baltimore: The John Hopkins University Press. 1999. p.836.

ODUM, E. Fundamentos de Ecologia. P. 4ª ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian. 1988.

POUGH, F. H.; HEISER, J. B. MCFARLAND, W. N.  A vida dos vertebrados. 2. ed. São Paulo: Atheneu. 1999. 777p.

PRIMACK, R. B.; RODRIGUES, E.  Biologia da Conservação. Ed. Planta, Londrina. 2001.

REIS. N. R.; PERACCHI, A. L.; PEDRO, W. A.; LIMA, I. P. (Org). Mamíferos do Brasil. 1. Londrina: Nelio Roberto dos Reis. 2006. 437p.

RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. 5. ed. Editra Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 2003.

TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L.  Fundamentos em Ecologia. 2. d. Artmed, Porto Alegre. 2006.

Carga Horária: 45 hs – Créditos: 3

Professor(a) ministrante: Vladimir Pavan Margarido

Ementa: Organização e função do cromossomo eucarioto. Mecanismos de bandamentos cromossômicos e aplicações. Polimorfismos cromossômicos. Cromossomos sexuais e determinação do sexo. Citogenética de populações. Evolução cariotípica, citotaxonomia e citossistemática.

Programa:Estrutura molecular do cromossomo eucarioto. Cromossomo interfásico, mitótico e meiótico. Composição e compartimentalização dos cromossomos e o significado funcional dos diferentes tipos de bandamentos. Rearranjos cromossômicos e os polimorfismos estruturais e numéricos. Evolução dos mecanismos de determinação sexual. Evolução cromossômica, isolamento reprodutivo e especiação. A citogenética como ferramenta na taxonomia, sistemática e biogeografia.

Avaliação: A avaliação será feita pela apresentação de seminários.

Bibliografia:

Bickmore, W.A. Chromosome structural analysis. A practical approach. 1st edition, Oxford University Press, 1999.

Camacho, J.P.M. B-chromosomes in the Eukaryote Genome. Cytogenetic and Genome Research, Special Issue, 106 (2-4), 2004.

Cox, C.B. & Moore, P.D. Biogeography. An ecological and evolutionary approach. 5th edition, Blackwell Science, 1993.

Czepulkowski, B.H. Analyzing chromosomes. 1st edition Bios Scientific Pub Ltd, 2001.

Fan, Y.S. Molecular Cytogenetics: Protocols and Applications (Methods in Molecular Biology). Humana Press, 2002.

Guerra, M. S. Introdução à Citogenética Geral. 1a edição, Guanabara Koogan, 1988.

Günter Obe, E. & Natarajan, L.A.T. Chromosome Aberrations. Cytogenetic and Genome Research, Special Issue, 104 (1-4), 2004.

Handel, M. A. Meiosis and Gametogenesis. 1st edition, Academic Press, 1998.

Houben, A. Chromosome Structure and Function. Cytogenetic and Genome Research, Special Issue, 124 (3-4), 2009.

Keeney, S. Meiosis – Cytological Methods. 1st edition, Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2009.

Kipling, D. The Telomere. 1rd edition, Oxford University Press, 2002.

Levin, B. Genes IX. 9a edição, Artmed, 2009.

Liehr, T. Fluorescence In Situ Hybridization (FISH) – Application Guide. 1st edition, Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2009.

Schwarzacher, T. & Heslop-Harrison, P. Practical in situ Hybridization. 1st edition, T. BIOS. Scientific Publishers Ltd., 2000.

Snustad, D.P. & Simmons, M.J. Fundamentos de Genética. 4a edição, Guanabara-Koogan, 2008.

Sobti, R.C. Some Aspects of Chromosome Structure and Function: Chromosome Structure and Function. 1st edition, Kluwer Academic Publishers, 2002.

Sumner, A. T. Chromosome Banding. 1st edition, Hnwin Hyman Ltd, London, 1991.

Sumner. A.T. Chromosomes: Organization and Function. 1st edition, Blackwell Science Ltd, 2003.

Takagi, N. Vertebrate Sex Chromosomes. Cytogenetic and Genome Research, Special Issue, 99 (1-4), 2002.

Verma, R.S. Heterochromatin: Molecular and Structural Aspects. 1st edition, Cambridge University Press, 1988.

Watson, J.D., Baker, T.A., Bell, S.P., Gann, A., Levine, M. & Losick, R. Biologia Molecular do Gene. 5a edição, Artmed, 2006.

Carga Horária: 45 hs – Créditos: 2

Professor(a) ministrante: Ricardo Massato Takemoto

Ementa: Amostragem de parasitos: necropsia, fixação e conservação. Obtenção, organização e análise de dados. Conceitos e aplicabilidade de ferramentas estatísticas em Ecologia Parasitária.

Programa:

Módulo1 – Teórico

  • Protocolo de coleta, fixação e conservação de parasitos;
  • Dados qualitativos e quantitativos em ecologia parasitária: conceitos, obtenção, organização de matrizes;
  • Conceitos e aplicabilidade de diferentes ferramentas estatísticas na análise de dados em ecologia parasitária.

Módulo 2 – Prático

Prática envolvendo a coleta, fixação e identificação de parasitos, organização e análise dos dados utilizando plataformas computacionais, tais como R Project e Primer 6 + Permanova.

Avaliação: Elaboração de artigo científico com base nos dados trabalhados no módulo prático.

Bibliografia:

Anderson M.J.; Gribble N.A. 1998. Partitioning the variation among spatial, temporal and environmental components in a multivariate data set. Austral Ecology, 23, 158-167.

Anderson, M.J.; Gorley R.N.; Clarke, K.R. 2008. PERMANOVA+ for PRIMER: Guide to software and statistical methods. PRIMER-E, Plymouth, United Kingdon.

Borcard D.; Legendre P.; Drapeau P. 1992. Partialling out the spatial component of ecological variation. Ecology, 73, 1045-1055.

Clarke K.R.1993. Non-parametric multivariate analyses of changes in community structure. Australian Journal of Ecology, 18, 117-143.

Clarke K.R.; Gorley R.N. 2006. PRIMER v6: User manual/tutorial. PRIMER-E, United Kingdon, Plymouth.

LANDEIRO, V.L. 2011. Introdução ao uso do programa R (The R Project for Statistical Computing). 50 P.

PAVANELLI, G.C.; TAKEMOTO, R.M.; EIRAS, J.C. 2013 . Parasitologia de peixes de água doce do Brasil. 1. ed. Maringá: EDUEM, 2013. v. 1. 452p.

Peres-Neto P.R.; Legendre P.; Drays S.; Borcard D. 2006. Variation partitioning of species data matrices: Estimation and comparison of fractions. Ecology, 87, 2614-2625.

EIRAS, J. C. ; TAKEMOTO, R. M. ; PAVANELLI, G. C. . Métodos de estudo e técnicas laboratoriais em parasitologia de peixes. 2. ed. Maringá: Eduem, 2006. v. 1. 199p .

Carga Horária: 30 hs – Créditos: 2

Professor(a) ministrante: Kate M. Scow

Professor(a) Responsável: Rosilaine Carrenho

Ementa: Identificar os principais grupos funcionais da biota do solo e relacioná-los com a fertilidade do solo; identificar os benefícios do manejo do solo sobre a produção em áreas agrícolas.

Programa:

– Saúde do solo e papel da biota do solo.

– Biologia do solo: componentes, habitats, funções.

– Papel da biota do solo na ciclagem de nutrientes, seqüestro do carbono e estruturação do solo.

– Efeito do manejo nas comunidades do solo e seus processos.

– Rizosfera e relações simbióticas.

– Cultivo orgânico e relações com a biota do solo.

– Indicadores da biota do solo e técnicas de medição.

– Manejo da biota do solo e de seus serviços.

– Perspectiva global do valor cultural da biologia do solo para produtores.

Bibliografia:

Correia, M.E.F.; Oliveira, L.C.M. 2006. Importância da fauna de solo para a ciclagem de nutrientes. In: Aquino, A.M. de; Assis, R.L. de (Ed.). Processos biológicos no sistema solo-planta: ferramentas para uma agricultura sustentável. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica; Seropédica: Embrapa Agrobiologia, 2005. p.77-99.

Leite, L.F.C.; Araújo, A.S.F. Ecologia microbiana do solo. 2007. Teresina: Embrapa Meio-Norte. Documentos. 164. 24p.

Moreira, F.M.S.; Siqueira, J.O. 2006. Microbiologia e bioquímica do solo. 2ª. Ed. Lavras, UFLA. 729p.

Prado, R.B. 2010. Manejo e conservação do solo e da água no contexto das mudanças globais. Prado, R.B.; Turetta, A.P.D.; Andrade, A.G. (org.). Rio de Janeiro: Embrapa Solos. 486p.

Silveira, A.P.D.; Freitas, S.S. 2007. Microbiota do solo e qualidade ambiental. Campinas: Instituto Agronômico. 312p.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 4

Professor(a) ministrante: Maria Conceição de Souza

Ementa: Estudo do homem como ser biológico; importância da biodiversidade; da necessidade do manejo sustentável dos recursos naturais; e da responsabilidade da universidade para com a sociedade; agenda 21 e a responsabilidade individual.

Programa:

  1. Interações do homem com o meio ambiente: o pensamento holístico e a ecologia profunda.
  2. Biodiversidade: importância, preservação e conhecimento tradicional.
  3. Manejo sustentável dos recursos naturais: educação; fome e pobreza; agricultura sustentável; consumismo; florestas tropicais e produtos florestais não madeiráveis.
  4. Responsabilidade Ambiental: sociedade, universidade e indivíduo.
Bibliografia:

ARAUJO, E.M. Um sonho possível: do materialismo não-sustentável a uma vida holística sustentável. São Paulo: Willis Harman House, 2003.

CONWAY, G. Produção de alimentos no século XXI: biotecnologia e meio ambiente. Tradução Celso Mauro Paciornik. São Paulo: Estação Liberdade. 2003.

CAPRA, F. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo: Cultrix, 1982.

CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão dos sistemas vivos. Tradução Newton Roberval Eichemberg. Ed. 9. São Paulo: Cultrix. 2004.

CAVALCANTI, C. Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo: Cortez; Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 1995.

CUNHA, M.C. da; ALMEIDA, M.B. Enciclopédia da floresta – o alto Juruá: práticas e conhecimentos populares. São Paulo: Cia. das Letras, 2002.

NICOLESCU, B. The Transdisciplinary evolution of the university: condition for sustainable development In: International Congress ” Universities’ Responsabilities to Society “, International Association of Universities, Chulalongkorn University, Bangkok, Thailand, November 12-14, 1997.

RAVEN, P.H.; EVERT, R.E.; EICHHORN. S.E.. Biology of plants. 6ª ed. New York: W.H.Freeman and Company Worth publishers, 1999.

TRIGUEIRO, A. Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. 4ª ed. Campinas: Autores Associados. 2005.

Carga Horária: 30 hs (1 semestre) – Créditos: 2

Informações: Estágio na Docência na Graduação é uma atividade curricular objetivando a preparação para a docência, desenvolvendo habilidades e comportamentos necessários à ação docente, bem como a qualificação do ensino de graduação, sendo obrigatório para bolsista do Programa Demanda Social da CAPES e opcional para os demais pós-graduandos do PGB.

O Estágio na Docência é desenvolvido em forma de disciplina no PGB, sendo esta específica para o mestrado.

As informações pertinentes ao estágio na docência podem sem acessados em NORMAS DE ESTÁGIO NA DOCÊNCIA

Carga Horária: 75 hs – Créditos: 4

Professor(a) ministrante: Ricardo Massato Takemoto

Ementa: Classificação, morfologia, biologia e epidemiologia dos principais grupos de parasitas de peixes. Estudo das relações ecológicas entre as populações e comunidades de hospedeiros e metazoários parasitos.

Programa:

Introdução ao estudo dos parasitas de peixes

Generalidades

Importância

Métodos de estudo

Relação parasita-hospedeiro

Sistemática

Protozoa; Monogenoidea; Pentastomida; Digenea; Brachiura; Cestoda; Copepoda; Nematoda; Isopoda; Acanthocephala; Hirudinea: Classificação; Morfologia; Biologia; Epidemiologia.

Ecologia e parasitismo. Conceitos básicos. Terminologia. Parasitos como modelo para o estudo de padrões ecológicos. Índices ecológicos. Populações e comunidades parasitárias. Características e diversidade dos ecossistemas. Fatores bióticos e abióticos.

A metodologia estatística como ferramenta para o estudo das flutuações populacionais. Comparação de duas amostras. Comparação múltipla de amostras. Análise de correlação e regressão. Análise de variância. Distribuição de freqüências. Uso de tabelas de contingência. Transformação de dados. Exemplos.

Ecologia das populações parasitárias. Dinâmica populacional. Parâmetros populacionais. Dispersão e agregação. Modelos de distribuição espacial. Determinação da distribuição populacional. Distribuição observada e distribuição esperada. Metodologia estatística.

Comunidades parasitárias. Estrutura e classificação. As infracomunidades parasitárias. Componentes das comunidades. Espécies centrais, secundárias e satélites. Valor de importância de Bush, uso e limitações. Espécies dominantes. Concentração para dominância. Fatores determinantes da estrutura das comunidades parasitárias.

Competição e nicho ecológico em parasitos. Tipos de competição. Fatores favorecedores e fatores limitantes da competição. Coexistência de populações parasitárias. As dimensões do nicho ecológico dos parasitos. Conceito de Guilda no parasitismo. Distribuição dos parasitos nos seus locais de infecção/infestação. Metodologia estatística.

Associações interespecíficas e covariação interespecífica. Metodologia estatística e uso de coeficientes. O uso de associações negativas como evidência de competição: limitações. Importância na determinação da estrutura das comunidades parasitárias. Exemplos.

Diversidade parasitária. Índices de diversidade. Riqueza parasitária. Uniformidade. Coeficientes de uniformidade. Fatores determinantes da diversidade parasitária. Critérios para selecionar o índice de diversidade a ser usado na análise comunitária. Diversidade parasitária e variação latitudinal.

Similaridade entre as comunidades parasitárias. Coeficientes para a determinação da similaridade qualitativa e quantitativa. Importância da similaridade para determinar a previsibilidade das comunidades parasitárias. Exemplos.

As populações de hospedeiros como determinantes da estrutura da comunidades parasitárias: migração e biologia reprodutiva, vagilidade, idade e sexo. Hábitos tróficos e nível ocupado pelos hospedeiros nas teias tróficas. Hábitos sazonais. A mediação do parasitismo nas interações entre hospedeiros.

Seminários.

Avaliação: A avaliação será feita mediante seminário, em que serão julgados a apresentação/discussão e trabalho escrito sobre tema constante no programa da disciplina, com valor de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).

Bibliografia:

BUSH, A. O., J. M. AHO & C. R. KENNEDY. 1990. Ecological versus phylogenetic determinants of helminth parasite community richness. Evolutionary Ecolology, 4: 1-20.

BUSH, A. O., K. D. LAFFERTY, J. M. LOTZ, AND A. W. SHOSTAK. 1997. Parasitology meets ecology on its own terms: Margolis et al. revisited. Journal of Parasitology, 83: 575-583.

EIRAS, J. C. 1994. Elementos de Ictioparasitologia. Porto: Fundação Eng. António de Almeida. 339 p.

EIRAS, J. C., TAKEMOTO, R. M., PAVANELLI, G. C. 2006. Métodos de Estudo e Técnicas Laboratoriais em Parasitologia de Peixes. Maringá: EDUEM, 2006, 2ª edição. 199 p.

ESCH, G., A. O. BUSH & J. AHO. 1990. Parasite communities: patterns and processes, Chapman and Hall, New York, USA, 335 p.

GIBSON, D. I., JONES A., BRAY, R. A. (eds) 2002. Keys to the Trematoda Volume 1, CABI Publishing, 544 p.

JONES, A., BRAY, R. A. & GIBSON, D. I. (eds) 2005. Keys to the Trematoda Volume 2, CABI Publishing, 768p.

KHALIL, L. F.; JONES, A.; BRAY, R. A. 1994. Keys to the Cestode Parasites of Vertebrates. Oxon: CAB International. 751.

LOM, J.; DYKOVÁ, I. 1992. Protozoan parasites if fishes. Amsterdam: Elsevier. 315 p.

LUDWIG, J. A. & J. F. REYNOLDS. 1988. Statistical Ecology: A primer on methods and computing. Wiley-Interscience Publications, New York, USA, 337 p.

MORAVEC, F. 1998. Nematodes of Freshwater Fishes of the Neotropical Region. Praha: Academia, 464 p.

PAVANELLI, G.C., EIRAS, J.C. & TAKEMOTO, R.M. 2002. Doenças de peixes: profilaxia, diagnóstico e tratamento. 2ª ed. EDUEM, Maringá: 305 p.

ROHDE, K. 1993. Ecology of marine parasites. An introduction to marine parasitology. Second ed., CAB International, United Kingdom, 298 p.

SCHMIDT, G. D.; ROBERTS, L. S. 1989. Foundations of Parasitology. St. Louis: Times Mirros/Mosby College Publishing. 750 p.

THATCHER, V.E. 1991. Amazon Fish Parasites. Amazoniana, XI, 263-572.

THATCHER, V.E. 1993. Trematódeos Neotropicais. Manaus: INPA, 553 p.

WOO, P. T. K. 1995. Fish Diseases and Disorders. Volume 1. Protozoan and Metazoan Infections. Oxon: CAB International. 808 p.

ZAR, J. H. 1996. Biostatistical Analysis. Third ed., Prentice-Hall, Inc., Upper Saddle River, New Jersey, 662 p.

Carga Horária: 45 hs – Créditos: 3

Professores(as) ministrantes: Luiz Antonio de Souza, Káthia Socorro Mathias Mourão, Carlos Moacir Bonato

Ementa: Ontogênese e estrutura da semente. Germinação de sementes. Morfologia e anatomia da plântula e tirodendro. Adaptações de plântulas e tirodendros submetidos a estresses ambientais.

Programa:

I. Semente

  1. Ontogênese;
  2. Estrutura do tegumento;
  3. Estrutura do endosperma e perisperma;
  4. Estrutura e tipos de embrião.

II. Germinação de sementes

  1. Aspectos morfofisiológicos da germinação;
  2. Classificação de sementes quanto ao teor de água;
  3. Dormência (tipos, importância, mecanismos de quebra, seleção e métodos);
  4. Fisiologia e bioquímica da germinação.

III. Plântula e tirodendro

  1. Conceito e desenvolvimento;
  2. Morfologia da plântula de Magnoliopsida (dicotiledôneas sensu lato) e Liliopsida (Monocotyledoneae);
  3. Classificação de plântulas;
  4. Anatomia da plântula de Magnoliopsida (dicotiledôneas sensu lato) e Liliopsida (Monocotyledoneae).

IV. Morfologia e anatomia de plântulas e tirodendros submetidos aos estresses ambientais.

V. Estabelecimento de plântulas.

Bibliografia:

APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B.; CARMELLO-GUERREIRO, S. M. (eds.) Anatomia Vegetal. Viçosa, Editora da Universidade Federal de Viçosa, 2003.

BOYD, L. Monocotyledonous seedlings. Transactions and Proceedings Botanical Society v. 31, p. 5-224, 1932.

DUKE, J. A.; POLHILL, R. M. Seedlings of Leguminosae. In: POLHILL, R. M.; RAVEN, P. H. (eds.) Advances in legumes systematics. England: Royal Botanical Garden 2: 941-949, 1981.

ESAU, K. Vascular differentiation in plants. New York: Holt, Rinehart and Winston, 1965.

FAHN, A. Plant anatomy. Oxford: Pergamon Press, 1990.

FENNER, M. Seed ecology. London: Chapman and Hall, 1985.

KUNIYOSHI, Y. S. Morfologia da semente e da germinação de 25 espécies arbóreas de uma floresta com Araucaria. Dissertação (mestrado). Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 1983.

MAUSETH, J. D. Plant anatomy. Menlo Park: California: The Benjamin/Cummings Publishing Company, 1988.

METCALFE, C. R.; CHALK, L. Anatomy of the dicotyledons. Oxford: Clarendon Press, 1983.

OLIVEIRA, E. C. Morfologia das plântulas. In: AGUIAR, I. B. et al. (eds.) Sementes florestais tropicais. Brasília: Associação Brasileira de Tecnologia de sementes, 1993.

SOUZA, L. A. Morfologia e anatomia vegetal (célula, tecidos, órgãos e plântula). Edição revista e ampliada. Ponta Grossa: Editora da Universidade Estadual de Ponta Grossa, 2009.

SOUZA, L. A. (org.) Anatomia do fruto e da semente. Ponta Grossa: Editora Universidade Estadual de Ponta Grossa, 2006.

SOUZA, L. A. (org.) Sementes e plântulas – germinação, estrutura e adaptação. Ponta Grossa: Todapalavra Editora, 2009.

SWAINE, M. D. (ed.) The ecology of tropical forest tree seedlings. Paris: Unesco and The Parthenon Publishing Group, 1996.

VOGEL, E. F. Seedlings of dicotyledons (structure, development, types, descriptions of 150 woody malesian taxa). Wageningen: Centre for Agricultural Publishing and Documentation, 1980.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 4

Professor(a) ministrante: Weferson Júnio da Graça

Ementa: A sistemática filogenética é uma disciplina central na Biologia Comparada, visto que fornece subsídios para a elucidação de padrões evolutivos e uma base geral para a ordenação do conhecimento biológico. Hipóteses filogenéticas são o alicerce de grande parte das inferências em Biologia Comparada e nas classificações biológicas. Serão apresentados os aspectos filosóficos e conceituais da sistemática filogenética com o intuito de fornecer as bases teóricas e metodológicas, bem como os aspectos gerais dos métodos de reconstrução filogenética e suas principais aplicações em biologia comparada e áreas relacionadas. Essa disciplina é importante para estudantes de todas as áreas da Biologia e será ministrada de forma teórico-prática com a resolução de atividades práticas (exercícios) de reconstrução de hipóteses filogenéticas.

Programa:

– Apresentação da disciplina;

– Introdução – histórico da sistemática filogenética;

– Bases filosóficas da sistemática;

– Dendrogramas e cladogramas;

– Homologia e analogia;

– Grupos naturais e não-naturais: monofiletismo, merofiletismo, parafiletismo e polifiletismo;

– Dicotomias e politomias;

– Caracteres: morfológicos e/ou moleculares;

– Apomorfias, sinapomorfias, plesiomorfias e simplesiomorfias;

– Análise de parcimônia;

– Construção de matrizes;

– Homoplasias: convergências e reversões;

– Índices de consistência e de retenção;

– Bootstrap e índice de decaimento de Bremer;

– Aplicações de hipóteses filogenéticas: biogeografia, ecologia histórica e classificação;

– Programas computacionais para análises filogenéticas;

– Resolução de exercícios para a elaboração de cladogramas.

Avaliação: Participação dos alunos ao longo da disciplina (20 % da nota final) e resolução de exercícios práticos (80 % da nota final).

Bibliografia:

Amorim, D.S. 1997. Elementos básicos de sistemática filogenética. 2a edição. Holos Editora e Sociedade Brasileira de Entomologia, Ribeirão Preto.

Amorim, D.S. 2002. Fundamentos de sistemática filogenética. Holos Editora, Ribeirão Preto.

Felsenstein, J. 2004. Inferring phylogenies. Sinauer Associates, Sunderland.

Forey, P.L., Humphries, C.J., Kitching, I.L., Scotland, R.W., Siebert, D.J. & Williams, D.M. 1992. Cladistics – A practical course in systematics. The Systematics Association, Publ. 10, Clarendon Press, Oxford.

Hall, B. 2004. Phylogenetic trees made easy: a how-to manual. Sinauer Associates, sunderland.

Hennig, W. 1966. Phylogenetic Systematics. University of Illinois Press, Urbana.

Judd, W.S.; Campbell, C.S.; Kellog, E.A.; Stevens, P.F.; Donoghue, M.J. 2009. Sistemática Vegetal–um enfoque filogenético . 3ª. ed. Artmed, Porto Alegre.

Kitching, I.L., Forey, P.L., Humphries, C.J. & Williams, D.M. 1998. Cladistics. 2nd Ed. – the theory and practice of parsimony analysis. The Systematics Association, publ. 11, Oxford University Press, Oxford.

Lemey, P. Salemi, M. & Vandamme, A. M. 2009. The phylogenetic handbook: a practical approach to phylogenetic analysis and hypothesis testing. Cambridge University Press, Cambridge.

Nelson, G.J. & Platnick, N.I. 1981. Systematics and biogeography – cladistics and vicariance. Columbia University Press, New York.

Parenti, L.; Ebach, M. C. 2009. Comparative biogeography: discovering and classifying biogeographical patterns of a dynamic earth. University of California press, California.

Rieppel, O. 1988. Fundamentals of comparative biology. Birkhäuser, Basel.

Schneider, H. 2007. Métodos de Análise Filogenética: um guia prático. 3ed., Editora Holos, Ribeirão Preto.

Wheeler, W., Aagese, L., Arango, C.P., Faivovich, J., Grant, T., D’Haese, C., Janies, D., Smith, W.L., Varón, A., & Giribet, G. 2006. Dynamic homology and phylogentic systematics: a unified approach using POY. American Museum of Natural History, New York.

Wiens, J. J. (Ed.). 2000. Phylogenetic analysis of morphological data. Smithsonian Institution Press, Washington, D.C.

Wiley, E.O. 1981. Phylogenetics – the theory and practice of phylogenetic systematics. wiley Interscience, New York.

Carga Horária: 30 hs – Créditos: 2

Professor(a) ministrante: Rosilaine Carrenho

Ementa: Estruturação de um projeto científico. Normas da ABNT.  Apresentação gráfica.

Programa:

Estrutura de um projeto: elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais

Elementos pré-textuais: capa, folha de rosto, sumário

Elementos textuais: introdução, hipóteses, objetivos, justificativa, revisão de literatura, material e métodos, orçamento, cronograma

Elementos pós-textuais: referências, apêndices, anexos

Apresentação gráfica: formato, tipo de letra, espaçamento, margens e parágrafos, numeração das páginas, estilo, citações no texto, apresentação das referências bibliográficas.

Normas da ABNT.

Bibliografia:

CANONICE, B.C.F. Normas e padrões para elaboração de trabalhos acadêmicos. 3ª; Ed. Maringá, EDUEM, 2013.

DINIZ, C. R. Metodologia Científica. DINIZ, R.C.; SILVA, I.B. Campina Grande, UEPB/UFRN – EDUEP, 2008.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO. Normas para redação de projetos de pesquisa, monografias, dissertações e teses. Cuiabá, UFMT, 2007. 45p.

Carga Horária: 75 hs – Créditos: 4

Professor(a) ministrante: Lindamir Hernandez Pastorini

Ementa: Estudo dos processos fisiológicos das plantas, desde a germinação até a senescência, abordando de forma integrada a fisiologia do metabolismo e do desenvolvimento vegetal, a interação e adaptação ao ambiente.

Objetivo: Analisar os eventos fisiológicos das plantas de forma integradora.

Programa:

  1. 1. Relações hídricas
  2. Nutrição mineral e metabolismo
  3. Balanço de carbono nas plantas
  4. Fitocromo e controle do desenvolvimento pela luz
  5. Regulação hormonal
  6. Controle do florescimento e frutificação
  7. Adaptação ao estresse abiótico

Os assuntos serão abordados, de forma integrada, procurando entender os processos fisiológicos da planta como um todo.

Avaliação: A avaliação será feita mediante a apresentação/discussão de artigos e/ou trabalhos práticos com valor de 0,0 (zero) a 5,0 (cinco) e resolução de questões teórico-práticas, com valor de 0,0 (zero) a 5,0 (cinco).

Bibliografia:

BUCHANAN, B.B.; GRUISSEM, W.; JONES, R.L.  Biochemistry & molecular biology of plants. American Society of Plant Physiologists. 2000. 1367p.

EPSTEIN, E.; BLOOM, A.J. Nutrição mineral de plantas: princípios e perspectivas. 2ªed. Londrina: editor Planta. 2006. 403p.

FERNANDES, M.S. Nutrição mineral de plantas. Viçosa, MG: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. 2006. 432p.

MARENCO, R.A.; LOPES, N. Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relações hídricas e nutrição mineral. Viçosa: UFV, 2005. 451p.

TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 5ªed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 918p.

Periódicos:

Current Opinium in Plant Biology, Biologia Plantarum, Nature Reviews Genetics, New phytologist, Plant cell, Plant Cell Physiology, Plant, Cell and Environment, Plant physiology, Plant physiology and biochemistry, Photosynthetica, Tree physiology, Trends in plant science.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 3

Professor(a) ministrante: Lindamir Hernandez Pastorini

Ementa: Estudo dos fatores que afetam a germinação das sementes e o posterior estabelecimento e sobrevivência das plântulas, as estratégias de regeneração e das interações entre as espécies e destas com o ambiente.

Objetivos: Analisar os aspectos fisiológicos e ambientais que possibilitam a germinação e o posterior estabelecimento das plântulas, considerando ainda as interações entre as espécies.

Programa:

  1. Fisiologia de sementes:

1.1. Formação da semente, estrutura e composição

1.2. Maturação das sementes

1.3.  Sementes recalcitrantes e ortodoxas

1.4. Dormência

1.5. Embebição e reativação do metabolismo

1.6. Controle da germinação

1.7. Vigor das sementes

1.8. Avaliação do potencial fisiológico de sementes

1.9. Análise experimental

  1. Estabelecimento das plântulas e interações:

2.1.      Fatores morfofisiológicos e ambientais que influenciam o estabelecimento e sobrevivência das plântulas

2.2.     Fisiologia do estabelecimento das plântulas

2.3       Estratégias de regeneração de espécies tropicais

2.4.      Influência das Interações no recrutamento e estabelecimento de plântulas

Avaliação: A avaliação ocorrerá mediante a aplicação de uma prova, contemplando o conteúdo teórico e prático, com valor de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).

Bibliografia:

BASKIN, J.M. & BASKIN, C.C. A classification system for seed dormancy.

Seed Science Research. 2004. 14: 1-16.

BASKIN, J.M. & BASKIN, C.C. Some considerations for adaption of

Nikolaevas’s formula system nto seed dormancy classification. Seed Science Research. 2008. 18: 131-137.

BEWLEY, J.D.; BRADFORD, K.J.; HILHORST, H.W.M.; NONOGAKI, H. Seeds: physiology of development, germination and dormancy. 3ºed. New York: Springer. 2013. 392p.

CACCERE, R.; TEIXEIRA, S.P.; CENTENO, D.C.; FIGUERIREDO-RIBEIRO, R.C.; BRAGA, M.R. Metabolic and structural changes during early maturation of Inga vera seeds are consistent with the lack of a desiccation phase. Journal of Plant Physiology. 2013. 170: 791-800.

FERREIRA, A.G.& BORGHETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre: Artmed. 2004. 323p.

KHURANA, E. & SINGH, J.S. Ecology of tree seed and seedlings: implications for tropical forest conservation and restoration. Current Science. 2001. 80 (6): 748-757,

LARCHER, W.  Ecofisiologia vegetal.  São Carlos, RiMa Artes e Textos. 2000.531p.

MARCOS FILHO, J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba: Fealq. 2005.495p.

McMARTHY-NEUMANN, S. & IBAÑEZ, I. Plant-soil feedback links negative distance dependence and light gradient partitioning during seedling establishment. Ecology. 2013. 94(4): 780-786.

SANTOS, H.P. & BUCKERIDGE, M.S. The role the storage carbon of cotyeledons in the establishment of seedlings of Hymenaea courbaril under different light conditions. Annals of Botany. 2004. 94: 819-830.

SORIANO, A.; OROZCO-SEGOVIA, A.; MÁRQUEZ-GUZMÁ, J.; KITAKIMA, K.;

GAMBOA-DE-BUEN, A.; HUANTE, P. Seed reserve composition in 19 tree

species of a tropical deciduous forest in Mexico and its relationship to seed

germination and seedling growth. Annals of Botany. 2011. 107: 939–951.

doi:10.1093/aob/mcr041, available online at www.aob.oxfordjournals.org

SOUZA, L.A. Sementes e plântulas: germinação, estrutura e adaptação. Ponta Grossa, PR: TODAPALAVRA. 2009. 279p.

Carga Horária: 30 hs – Créditos: 2

Professor(a) ministrante: Roger Paulo Mormul

Ementa: Estudo das bases teóricas e metodológicas da redação de textos científicos (dissertação, tese, artigos e pareces para revistas) e do processo de produção de científica

Programa:

– Histórico da produção científica no Brasil

– O que é a redação científica?

– Porque os cientistas escrevem?

– Para quem os cientistas escrevem?

– O uso adequado da linguagem

– O que devemos fazer antes de iniciar a redação?

– A importância dos objetivos e o avanço da hipótese e predição

– Como elaborar a hipótese e suas predições

– Formas de abordagem e suas respectivas formas de redação

– Regras básicas de um bom manuscrito

– A organização do texto científico

– A página de título e a sequência dos autores

– Como escolher o título?

– Preparando o Resumo

– Redigindo a Introdução

– Redigindo os Métodos

– Redigindo os Resultados

– Redigindo a Discussão

– Redigindo as Conclusões

– O que colocar nos Agradecimentos

– Qual o padrão das Referências?

– Os problemas com as citações – Autocitação, Plágio e citações erradas

– Regras para Tabelas, Figuras, Apêndices ou Material Suplementar

– O processo de publicação: da submissão até o aceite

– Como redigir a carta de submissão

– O processo de revisão por pares

– Como responder as críticas

– A leitura da prova

– Qual revista escolher? – Fator de Impacto e Qualis da CAPES

– Dicas para a redação em Inglês

– Armadilhas que devem ser evitadas

– Ética na coautoria

– Recomendações gerais

Avaliação: A avaliação consiste na emissão de um parecer de artigo científico, o qual deve ser apresentado oralmente pelos alunos.

Bibliografia:

Alley, M. (1996) The craft of scientific writing.

Day, R.A.; Gastel, B. (2011) How to write and publish a scientific paper.

Perelman, L.C.; Paradis, J.; Barrett, E. (1997) The mayfield handbook of technical and scientific writing.

Matthews, J.R.; Bowen, J.M.; Matthews, R.W. (2005) Successful scientific writing: a step-by-step guide for the biological and medical sciences.

Volpato, G.L. (2007) Bases teóricas para redação científica.

Volpato, G.L. (2010) Dicas para redação científica.

Volpato, G.L. (2010) Pérolas da redação científica.

Volpato, G.L. (2011) Método lógico para redação científica.

Volpato, G.L. (2013) Ciência: da filosofia à publicação.

Carga Horária: 45 hs – Créditos: 3

Professor(a) ministrante: Roger Paulo Mormul

Ementa: Estudo de formas de delineamento amostral e experimental com suas respectivas análises estatísticas, incluindo algumas análises alternativas

Programa:

Parte I – Aspectos gerais

– Princípios filosóficos do método científico

– A importância do foco: objetivo ou hipótese

– Qual abordagem pode ser melhor? Método indutivo ou hipotético-dedutivo?

– Determinando a análise a partir do objetivo ou hipótese

– Principais formas de amostragem e experimentação

– Replicagem e pseudoreplicagem

Parte II – Análise básica de dados

– Principais pressupostos para as análises

– Teste t para amostras independentes e dependentes, e alternativas não paramétricas

– Análise de variância unifatorial e fatorial, e alternativas não paramétricas

– Análise de variância para medidas repetidas e alternativa não paramétrica

– Análise de variância múltipla

– Análise de covariância

– Medidas de associação e alternativas não paramétricas

– Transformação e padronização de dados

– Regressão linear simples e múltipla

– Regressão logística

Parte III – Análises multivariadas e avançadas

– Análise de componentes principais – PCA

– Análise de correspondência – CA

– Análise de correspondência destendenciada – DCA

– Análise de coordenadas principais – PcoA

– Análise múltipla da homogeneidade da variância

– Critério de informação de AKAIKE e Inferência multimodelo

– Correlação de matrizes

Material para aula:

Computador contendo os softwares Statistica 7.0, PC-Ord 5 e SAM – Spatial Analysis in Macroecology. Os alunos que possuírem os softwares poderão requerer a instalação com o professor na primeira manhã de atividade.

Avaliação: Será avaliado por meio de uma prova escrita.

Bibliografia:

Akaike, H. (1974) A new look at the statistical model identification. IEEE Transactions on Automatic Control 19(6): 716-723.

Borcard, D. and Legendre P. (2012) Is the Mantel correlogram powerful enough to be useful in ecological analysis? A simulation study. Ecology 93(6): 1473-1481.

Gauch, H.G. (1982) Multivariate analysis in community ecology.  Cambridge University Press.

Gotelli, N.J. and Ellison, A.M. (2004) A primer  of  ecological statistics. Sinauer Associates, Inc. USA.

Jackson, D.A. (1995) PROTEST: A PROcrustean Randomization TEST of community environment concordance. Ecoscience 2(3): 297-303.

Jongman, R.H.G., Ter Braak, C.J.F. and Van Tongeren, O.F.R. (1996) Data analysis in community and landscape ecology.  Cambridge University Press.

Legendre, P. and Legendre, L. (1998) Numerical ecology.  Second English edition. Elsevier Science BV, Amsterdam.

Quinn, G.P. and Keough, M.J. (2002) Experimental design and data analysis for biologists. Cambridge University Press, Cambridge.

Rangel, T.F., Diniz-Filho, J.A.F. and Bini, L.M. (2010) SAM: a comprehensive application for Spatial Analysis in Macroecology. Ecography 33(1): 46-50.

Scheiner, S.M. and Gurevitch, J. (2001) Design and Analysis of Ecological Experiments.  Oxford University Press, New York.

Valentin, J.L. (2000) Ecologia Numérica: Uma Introdução à Análise Multivariada de Dados Ecológicos. Interciência.

Zar, J.H. (2010) Biostatistical analysis. 5th edition. Pearson Prentice Hall.

Carga Horária: 75 hs – Créditos: 5

Professores(as) ministrantes: Luiz Antonio de Souza, Káthia Socorro Mathias Mourão

Ementa: Ontogênese e estrutura da flor. Polinização e fecundação. Ontogênese e estrutura do fruto e da semente. Dispersão de frutos e sementes.

Objetivo: Reconhecer e caracterizar os diversos tecidos da flor, fruto e semente em desenvolvimento das Angiospermas, e a relação desses órgãos reprodutivos com o ambiente.

Programa:

Flor

  1. Conceito e ontogenia da flor;
  2. Vascularização floral;
  3. Estrutura do perianto/perigônio;
  4. Estrutura e diferenciação dos tecidos do estame;
  5. Desenvolvimento do pólen;
  6. Diferenciação e estrutura dos tecidos do carpelo (pistilo);
  7. Desenvolvimento e estrutura do óvulo ou rudimento seminal;
  8. Estrutura de nectários.

Polinização e fecundação

Fruto

  1. Conceito e ontogenia do fruto;
  2. Estrutura do pericarpo;
  3. Estruturas não carpelares;
  4. Estrutura de frutos múltiplos (compostos), agregados, esquizocarpos, antocarpos e simples.

Semente

  1. Conceito e ontogenia da semente;
  2. Desenvolvimento e estrutura dos tegumentos, endosperma, perisperma e embrião;
  3. Tipos de sementes.

Dispersão de frutos e sementes (diásporos)

  1. Tipos de dispersão (autocoria, anemocoria, zoocoria, hidrocoria e diplocoria);
  2. Estruturas especiais de dispersão e heterodiasporia.

Avaliação: A avaliação será feita mediante trabalho teórico-prático referente ao tema da disciplina, com valor de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).

Bibliografia:

APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B.; CARMELLO-GUERREIRO, S. M. (eds.) Anatomia Vegetal. Viçosa, Editora da Universidade Federal de Viçosa, 2003.

BARROSO, G. M.; MORIM, M. P.; PEIXOTO, A. L. Frutos e sementes – morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas. Viçosa: Editora Universidade Federal de Viçosa, 1999.

COCUCCI, A. E.; MARIATH, J. E. A. Sexualidade das plantas. Ciência Hoje v. 18, n.106, p. 50-61, 1995.

CORNER, E. J. H. The seeds of dicotyledons. Volumes 1 e 2. Cambridge: Cambridge University Press, 1976.

ENDRESS, P. K. Diversity and evolutionary biology of tropical flowers. Cambridge: Cambridge University Press, 1996.

ESAU, K. Anatomía vegetal. Barcelona: Ediciones Omega, 1959.

FAHN, A. Ultrastructure of nectaries in relation to nectar secretion. American Journal of Botany v. 66, n.8, p. 977-985, 1979.

FAHN, A. Plant anatomy. Oxford: Pergamon Press, 1990.

GILES, K. L.; PRAKASH, J. (eds.) Pollen: cytology and development. International Review of Cytology 107, 1987.

JOHRI, B.M. (ed.) Embryology of angiosperms. Berlin: Springer-Verlag, 1984.

MAHESHWARI, P. An introduction to the embryology of angiosperms. New Delhi: Tata McGraw-Hill Publishing Company, 1971.

MAUSETH, J. D. Plant anatomy. Menlo Park, California: The Benjamin/Cummings Publishing Company, 1988.

NICOLSON, S. W.; NEPI, M.; PACINI, E. (eds.) Nectaries and nectar. Dordrecht, Netherlands: Springer, 2007.

ROTH, I. Fruits of angiosperms. In: LINSBAUER, K. et al. (eds.) Encyclopedia of plant anatomy. Volume 10 (1). Berlin: Gebrüder Borntraeger, 1977.

SCHMID, R. Reproductive versus extra-reproductive nectaries – historical perspective and terminological recommendations. The Botanical Review v. 54, n.2, p.179-232, 1988.

SOUZA, L. A. Morfologia e anatomia vegetal (célula, tecidos, órgãos e plântula). Ponta Grossa: Editora da Universidade Estadual de Ponta Grossa, 2009.

SOUZA, L. A. (org.). Anatomia do fruto e da semente. Ponta Grossa: Editora Universidade Estadual de Ponta Grossa, 2006.

SOUZA, L. A. (org.). Sementes e plântulas – germinação, estrutura e adaptação. Ponta Grossa: Todapalavra Editora, 2009.

SPJUT, R. W. A systematic treatment of fruit types. Memoirs of the New York Botanical Garden v. 70, p. 1-181, 1994.

WEBERLING, F. Morphology of flowers and inflorescences. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.

WERKER, E. Seed anatomy. Berlin: Gebrüder Borntraeger, 1997.

Carga Horária: 75 hs – Créditos: 4

Professores(as) ministrantes: Evanilde Benedito, Gislaine I. Manetta, Gustavo H. Zaia Alves

Ementa: Dinâmica do fluxo de energia em sistemas biológicos. Bioenergética: componentes e balanço energético. Interferências bióticas e abióticas. Isótopos estáveis: carbono, nitrogênio e enxofre. Modelagem do fluxo de energia.

Programa:

  1. Introdução a Ecologia Energética
  2. Fisiologia Energética
    • a) Aquisição e uso da energia
    • b) Aspectos adaptativos da alocação energética
    • c) Balanço energético
    • d) Ingestão, absorção e excreção
    • e) Respiração e metabolismo
    • f) Produção: crescimento e reprodução
    • g) Interações bióticas e abióticas
    • h) Metodologia de obtenção dos parâmetros
  3. Fluxo de energia em ecossistemas
    • a) Uso de isótopos estáveis
    • b) Modelos ecológicos

Avaliação: O aproveitamento do pós-graduando será avaliado por meio de:

  1. Relatório de atividades práticas:
    1. Eficiência Fotossintética;
    2. Ciclo da água;
    3. Bioenergética;
    4. Balanço de massa.
  2. Seminários;
  3. Trabalho Prático
Bibliografia:

Grodzinski, W.; Klekowski, R. Z.; Duncan, A. (eds.)  Methods for Ecological Bioenergetics. Blackwell Scientific Publications. IBP Handbook no 24. 367p.  1975.

Kooijman, S. A. L. M.  Dynamic Energy Budgets in Biological Systems.  Cambridge Universtity Press. 424p. 2ª. Edição, 2000.

Jobling, M.  Fish Bioenergetics.  Chapman & Hall.  309p.  1994.

Latjtha, K.; Michener, R. H. (eds) Stable Isotopes in Ecology and Environmental Science.  Blackwell Scientific Publications.  316p.  1994.

Tytler, P.; Calow, P. (eds) Fish Energetics: new perspectives.  Croom Helm.  349p. 1985.

Carga Horária: 45 hs – Créditos: 3

Professor(a) ministrante: Luiz Antonio de Souza

Ementa: Uma visão geral da diversidade floral, mecanismos de polinização e principais sistemas de reprodução e estratégias reprodutivas das Plantas com Sementes (ênfase em Angiospermas). Um importante componente deste curso será examinar a biologia floral para o sucesso evolutivo. Esse curso é importante para estudantes de qualquer área de Biologia e Ecologia.

Programa:

  • Programa:
  • 1 – Descrição do curso.
  • 2 – Introdução – importância da biologia reprodutiva em Sistemática Vegetal.
  • 3 – Alternância de gerações: de briófitas à angiospermas (Visão Geral).
  • 4 – A flor das Angiospermas: origem e evolução.
  • 5 – O papel da flor na dominância das Angiospermas.
  • 6 – Diversidade floral e polinização na diversificação das Angiospermas.
  • 7 – Evolução das síndromes de polinização – Biologia da polinização (fatores bióticos e abióticos) e fluxo de genes.
  • 8 – Diversidade das síndromes de polinização em famílias vegetais selecionadas
  • 9 – Fenologia floral, hercogamia e dicogamia.
  • 10 – Diversidade dos sistemas reprodutivos em plantas: hermafroditismo, dioicismo, androdioicismo, ginodioicismo, etc.
  • 11 – Sistemas incompatíveis, auto-polinização e cleistogamia. Evolução do dioicismo.
  • 12 – Biologia de nectários florais e extraflorais.
  • 13 – Reprodução Sexuada e Assexuada, e Viviparidade
  • 14 – Seminários (apresentação dos estudantes)

Avaliação: Participação; Frequência, Apresentação e discussão de artigos científicos e Apresentação de Seminário relacionado ao tema de pesquisa do aluno.

Bibliografia:

Barrett, S.C.H. 2010. Understanding plant reproductive versatility. Philosophical Transactions of the

Royal Society B 365: 99-109. doi: 10.1098/rstb.2009.0199.

Barrett, S.C.H. 2008. Major evolutionary transitions in flowering plant reproduction: An overview.

Int.ernational Journal of Plant Sciences 169: 1-5.

Barrett, S.C.H. 2006. Ecology and evolution of flowers [electronic resource] / ed. L.D. Harder, S.C.H.

Barrett. Oxford; New York: Oxford University Press.

Baskin, C.C. and J.M. Baskin. 2001. Seeds: Ecology, biogeography, and evolution of dormancy and

germination. Academic Press, San Diego, CA.

Batygina, T.B. 2005. Sexual and asexual processes in reproductive systems of flowering plants. Acta

Biologica Cracoviensia, Series Botanica 47: 51-60.

Batygina, T.B. (Ed). 2009 Embryology of Flowering Plants: Terminology and Concepts. Three vols:

Flower (Vol. 1), Seed (Vol. 2) and Reproductive Systems (Vol. 3). Enfield, NH, Science Publ.

Bradford, K., and H. Nonagaki (Eds.). 2007. Seed development, dormancy and germination. Annual

Plant Review, Vol. 27. Blackwell, Pub., Oxford, UK.

Burger, W.C. 1981. Why are there so many kinds of flowering plants? BioScience 31: 572-581.

Buzgo, M., P.M. Soltis, S. Kim, and D.E. Soltis. 2005. The making of the flower. Biologist 52: 149-154.

Chamorro, S.R. Heleno, J.M. Olesen, C.K. McMullen, and A. Traveset. 2012. Pollination patterns and plant breeding systems in the Galápagos: a review. Annals of Botany 110: 1489–1501.

Charlesworth, D. 2006. Evolution of plant breeding systems. Current Biology 16 R726-R735. doi

10.1016/j.cub.2006.07.068

Cook, C.D.K. 1988 Wind pollination in aquatic angiosperms. Annals of the Missouri Botanical Garden 75: 768-777

Culley, T.M., S.G. Weller, and A.K. Sakai. 2002. The evolution of wind pollination in angiosperms.

Trends in Ecology & Evolution 17: 361-369.

Dafni, A., P.G. Kevan, B.C. Husband. 2005. Practical Pollination Biology. Cambridge, Ontario, Canada: Enviroquest, Ltd.

De Jong T. and P. Klinkhamer. 2005. Evolutionary Ecology of Plant Reproductive Strategies. Cambridge, Univ. Pres. Cambridge.

Friedman, J. and S.C.H. Barrett. 2008. A phylogenetic analysis of the evolution of wind pollination in the angiosperms. Int. J. Plant Sci. 169: 49-58. doi: 10.1086/523365.

Friedman, J. and S.C.H. Barrett. 2009. Wind of change: new insights on the ecology and evolution of

pollination and mating in wind-pollinated plants. Annals of Botany 103: 1515-1527. doi: 10.1093/aob/mcp035.

Frohlich, M.W. 2003. An evolutionary scenario for the origin of flowers. Nature 4: 559-566.

Glover, B.J. 2007. The evolution of flowers. In: Understanding flowers and flowering: An integrated

approach. Oxford Univ. Press. Oxford, UK.

Johri, B.M. and P.S. Srivastava. 2001 Reproductive Biology of Plants. Berlin; New York: Springer-

Verlag; New Delhi : Narosa Pub. House.

Kaerns, C.A. and D.W. Inouye. 1997. Pollinators, flowering plants and conservation biology. BioScience 47: 297-307.

Kenrick, P. and P.R. Crane. 1997. The origin and early evolution of plants on land. Nature 389: 33-39.

Nicolson, S.W., M. Nepi, and E. Pacini (Eds). 2007. Nectaries and nectar Springer-Verlag, Dordrecht, Netherlands.

van der Niet, T. and S.D. Johnson. 2012. Phylogenetic evidence for pollinator-driven diversification of angiosperms. Trends in Ecology & Evolution 27: 353-361.

Orndurff, R. 1969. Reproductive biology in relation to systematics. Taxon 18: 121-133

Reekie, E.G. and F.A. Bazzaz (Eds.). 2005. Reproductive Allocation in Plants. Elsevier Academic Press. Amsterdam.

Richards, A.J. 1997. Plant Breeding Systems. 2nd. Ed. London, NY; Chapman & Hall.

Richards, A.J. 1978. The Pollination of Flowers by Insects. Linnean Soc. Symposium Series, No. 6.

London: Academic Press for the Linnaean Soc. of London.

Sekercioglu, C.H. 2011. Functional extinctions of bird pollinators cause plant declines. Science 331:

1019-1020.

Shivanna, K.R., and V.K. Sawhney (Eds). 1997. Pollen biotechnology for crop production and

improvement. Cambridge Univ. Press, Cambridge, UK.

Soltis, D.E., A.S. Chanderbali, S. Kim, M. Buzgo, and P.S. Soltis. 2007. The ABC model and its

applicability of basal angiosperms. Annals of Botany 100: 151-163. doi:10.1093/aob/mcm117.

Spetch, C.D. and M.E. Bartlett. 2009. Flower evolution: The origin and subsequent diversification of the angiosperm flower. Annual Review of Ecology Evolution & Systematics 40: 217-243. Doi:

10.1146/annurev/ecolsys.110308.120203.

Steussy, T.F. 2004. A transitional-combinational theory for the origin of angiosperms. Taxon 53: 3-16.

Carga Horária: 15 hs – Créditos: 1

Professor(a) ministrante: Henrique Ortêncio Filho

Ementa: The parasitism in bats. Groups of organisms involved. Bats interaction and human parasites. Distribution of zoonosis in bats.

Programa:

– Bats diversity and parasitism;

– Ecological aspects of interaction between the pathogens and the hosts;

– Spatial distribution of zoonosis in a phytogeographic perspective involving bats;

– Bat species affected by zoonosis caused by viruses, bacteria, protozoa and fungi;

– The types of environment and movement of zoonosis;

– Bats, diseases and conservation.

Avaliação: The evaluation will be carried out through discussion and presentation of scientific articles in English as a way to practice speaking and reading in another language.

Bibliografia:

BEGON, M.; MORTIMER, M.; THOMPSON, D.J. Population ecology. 3. ed. Blackwell, Oxford. 1996.

CULLEN JR., L.; PÁDUA, C. V.; RUDRAN, R. (Orgs.). Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. Curitiba: Universidade Federal do Paraná (UFPR). 2003.

HICKMAN JR, C. P.; ROBERTS, L. S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11.ed. Guanabara-Koogan, 2003. 846p.

CUNHA, E. M. et al. Bat rabies in the north-northwestern regions of the state of São Paulo, Brazil: 1997-2002. Revista de Saúde Pública. v. 40, p. 1082-1086, 2006.

BREDT, A. et al. Morcegos em áreas urbanas e rurais: manual de manejo e controle. Brasília, DF: Fundação Nacional de Saúde. Ministério da Saúde. 1998.

ADESIYUN, A. A.; STEWART-JOHNSON, A.; THOMPSON, N. N. Isolation of enteric pathogens from bats in Trinidad. Journal of Wildlife Diseases. v. 45, p. 952-961, 2009.

CHAPMAN, S. W.; SULLIVAN, D. C. Blastomyces dermatitidis. In: MANDEL, G. L.; BENNETT, J. E. D., editors. Principles and practice of infectious diseases. Philadelphia: Elsevier, p. 3319-3332. 2009.

CONCANNON, R. et al. Molecular characterization of haemoparasites infecting bats (Microchiroptera) in Cornwall, UK. Parasitology, v. 131, p. 489-496, 2005.

DIAS, E. Revisão geral dos hemoflagelados de Chiropteros. Estudo experimental do Schizotrypanum cruzi. Identidade com Schizotrypanum cruzi. O grupo Vespertilionis.  IX Reunião da Sociedade Argentina de Patologia Regional. v. 1, p. 10-88, 1935.

KUZMIN, I. et al. Bats, emerging infectious diseases, and the rabies paradigm revisited. Emerging Health, 2011.

LACAZ, C. S. Histoplasmose. In: LACAZ, C. S. et al.(ed.). Tratado de Micologia Médica Lacaz. São Paulo: Sarvier. p. 594-617. 2002.

MÜHLDORFER, K. Bats and Bacterial Pathogens: A Review. Zoonoses and Public Health. v. 60, p. 93-103, 2013.

REIS, N. R.; PERACCHI, A.L.; PEDRO, W.A.; LIMA, I. P. Morcegos do Brasil. Londrina, Editora da Universidade Estadual de Londrina, 2007.

SIMMONS N. B. Order Chiroptera. In: WILSON, D. E.; REEDER, D. M. Mammal species of the world: a taxonomic and geographic reference. 3.ed. Washington D.C.: Smithsonian Institution Press. p.312–529, 2005.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 3

Professores ministrantes: Claudia Costa Bonecker, Juliana Déo Dias, Thaísa Sala Michelan

Ementa: Facetas da biodiversidade. Teorias ecológicas relacionadas a biodiversidade. Padrões temporais e espaciais da biodiversidade. Ameaças a biodiversidade (invasões biológicas, fragmentação de habitats, poluição, sobre-exploração, degradação de habitat e mudanças climáticas). Conservação e preservação da biodiversidade.

Programa:

  1. Conceitos e definições de biodiversidade;
  2. Facetas da biodiversidade;
  3. Padrões espaciais e temporais na diversidade de espécies;
  4. Gradientes de riqueza de espécies – Teoria de biogeografia de ilhas, Teoria Neutra da Biodiversidade, Teoria de Nicho, gradientes latitudinais, de altitude e profundidade e sucessão ecológica;
  5. Fatores temporais que influenciam a diversidade de espécies – variação climática e distúrbios;
  6. Fatores espaciais que influenciam a diversidade de espécies – produtividade primária, interações bióticas, heterogeneidade espacial e adversidades ambientais;
  7. Principais impactos antropogênicos nos ecossistemas que afetam a diversidade de espécies – invasões biológicas, fragmentação de habitats e modificações no fluxo natural da água, poluição, sobre-exploração, degradação de habitat e mudanças climáticas;
  8. Conservação e manejo dos ecossistemas aquáticos e terrestres.

Avaliação: Apresentação de seminários e relatórios de atividades práticas.

Bibliografia:

BEGON M., TOWNSEND C. R., HARPER J. L. 2007. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4 ed. Porto Alegre: Artmed.

HUBBELL S. P. 2001. A Unified Neutral Theory of Biodiversity and Biogeography. Princeton: Princeton University Press.

MAGURRAN A. E. 2012. Medindo a diversidade biológica. Curitiba: Editora UFPR.

MAGURRAN A. E., MCGILL B.J. 2010. Biological Diversity Frontiers in Measurement and Assessment. Oxford: Oxford University Press.

PRIMACK R. B., RODRIGUES E. 2001. Biologia da Conservação. Londrina: Editora Planta.

RICKLEFS R. E. 2010. A Economia da natureza. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

SCHEINER S. M., WILLIG M. R. 2011. The theory of ecology. London: University Chicago Press.

SIMBERLOFF D., REJMANEK M. 2011. Encyclopedia of Biological Invasions. University of California Press.

TOWNSEND C. R., BEGON M., HARPER J. L. 2010. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed.

Carga Horária: 30 hs – Créditos: 2

Professores ministrantes: Claudia Costa Bonecker, Angelo Antonio Agostinho

Ementa: O surgimento e consolidação da Ecologia como Ciência. Estudos ecológicos clássicos. Principais conceitos ecológicos abrangendo os diferentes níveis de organização.

Programa:

  1. Histórico, definição e consolidação da Ecologia como Ciência
  2. Níveis de organização em Ecologia
  3. Estudos ecológicos clássicos
  4. Relação entre ecologia e evolução
  5. Condições e recursos
  6. Principais conceitos em Autoecologia
  7. Principais conceitos em Ecologia de População
  8. Principais conceitos em Ecologia de Comunidades
  9. Principais conceitos em Ecologia de Ecossistemas
  10. Estudos de casos: ecologia de rios, ecologia de reservatórios e ecologia de planície de inundação.

Avaliação: Seminários e prova

Bibliografia:

Begon, M; Townsend, C.R.; Harper, J.L. 2007. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. Atmed Editora, Porto Alegre, 4ª.edição, 740 pp.

Dajoz, R. 2005. Princípios de Ecologia. Artmed Editora, Porto Alegre, 7a. edição, 520 p.

McIntosh, R.P. 1995. The background of Ecology: concept and theory.  Cambridge University Press, Cambridge, 4ed. 383 p.

Real, L.A & Brown, J.H. 1991. Fundations of Ecology: classic papers with comentaries. The University of Chicago Press, Chicago. 905 p.

Ricklefs, R.E. A 2003. Economia da natureza. Editora Guanabara, Rio de Janeiro, 5ª. edição, 503pp.

Townsend, C.R., Begon, M., Harper, J.L. 2006. Fundamentos em Ecologia. Artmed Editora, Porto Alegre, 2a. edição, 592 pp.

 

Carga Horária: 15 hs – Créditos: 1

Professores ministrantes: Dr. Jorge Hugo Cota-Sánchez,  Dr. Odair José Garcia de Almeida e Dr. Luiz Antonio de Souza

Ementa: Uma visão geral da diversidade floral, mecanismos de polinização e principais sistemas de reprodução e estratégias reprodutivas das Plantas com Sementes (ênfase em Angiospermas). Um importante componente deste curso será examinar a biologia floral para o sucesso evolutivo.

Programa:

  1. Introdução – importância da biologia reprodutiva em Sistemática Vegetal.
  2. A flor das Angiospermas: origem e evolução.
  3. O papel da flor na dominância das Angiospermas.
  4. Fenologia floral, hercogamia e dicogamia.
  5. Diversidade dos sistemas reprodutivos em plantas: hermafroditismo, dioicismo, androdioicismo, ginodioicismo, etc.
  6. Sistemas incompatíveis, auto-polinização e cleistogamia. Evolução do dioicismo.
  7. Diversidade floral e polinização na diversificação das Angiospermas.
  8. Evolução das síndromes de polinização – Biologia da polinização (fatores bióticos e abióticos)
  9. Diversidade das síndromes de polinização em famílias vegetais selecionadas

Avaliação: Participação; Frequência, Apresentação e discussão de artigos científicos.

Bibliografia:

Barrett, S.C.H. 2010. Understanding plant reproductive versatility. Philosophical Transactions of the Royal Society B 365: 99-109. doi: 10.1098/rstb.2009.0199.

Barrett, S.C.H. 2008. Major evolutionary transitions in flowering plant reproduction: An overview. Int.ernational Journal of Plant Sciences 169: 1-5.

Barrett, S.C.H. 2006. Ecology and evolution of flowers [electronic resource] / ed. L.D. Harder, S.C.H. Barrett. Oxford; New York: Oxford University Press.

Batygina, T.B. 2005. Sexual and asexual processes in reproductive systems of flowering plants. Acta Biologica Cracoviensia, Series Botanica 47: 51-60.

Batygina, T.B. (Ed). 2009 Embryology of Flowering Plants: Terminology and Concepts. Three vols: Flower (Vol. 1), Seed (Vol. 2) and Reproductive Systems (Vol. 3). Enfield, NH, Science Publ.

Burger, W.C. 1981. Why are there so many kinds of flowering plants? BioScience 31: 572-581.

Buzgo, M., P.M. Soltis, S. Kim, and D.E. Soltis. 2005. The making of the flower. Biologist 52: 149-154.

Chamorro, S.R. Heleno, J.M. Olesen, C.K. McMullen, and A. Traveset. 2012. Pollination patterns and plant breeding systems in the Galápagos: a review. Annals of Botany 110: 1489–1501.

Charlesworth, D. 2006. Evolution of plant breeding systems. Current Biology 16 R726-R735. doi10.1016/j.cub.2006.07.068

Cook, C.D.K. 1988 Wind pollination in aquatic angiosperms. Annals of the Missouri Botanical Garden 75: 768-777

Culley, T.M., S.G. Weller, and A.K. Sakai. 2002. The evolution of wind pollination in angiosperms. Trends in Ecology & Evolution 17: 361-369.

Dafni, A., P.G. Kevan, B.C. Husband. 2005. Practical Pollination Biology. Cambridge, Ontario, Canada: Enviroquest, Ltd.

De Jong T. and P. Klinkhamer. 2005. Evolutionary Ecology of Plant Reproductive Strategies. Cambridge, Univ. Pres. Cambridge.

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Friedman, J. and S.C.H. Barrett. 2009. Wind of change: new insights on the ecology and evolution of pollination and mating in wind-pollinated plants. Annals of Botany 103: 1515-1527. doi: 10.1093/aob/mcp035.

Frohlich, M.W. 2003. An evolutionary scenario for the origin of flowers. Nature 4: 559-566.

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Nicolson, S.W., M. Nepi, and E. Pacini (Eds). 2007. Nectaries and nectar Springer-Verlag, Dordrecht, Netherlands.

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Orndurff, R. 1969. Reproductive biology in relation to systematics. Taxon 18:121-133

Reekie, E.G. and F.A. Bazzaz (Eds.). 2005. Reproductive Allocation in Plants. Elsevier Academic Press. Amsterdam.

Richards, A.J. 1997. Plant Breeding Systems. 2nd. Ed. London, NY; Chapman & Hall.

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Shivanna, K.R., and V.K. Sawhney (Eds). 1997. Pollen biotechnology for crop production and improvement. Cambridge Univ. Press, Cambridge, UK.

Soltis, D.E., A.S. Chanderbali, S. Kim, M. Buzgo, and P.S. Soltis. 2007. The ABC model and its applicability of basal angiosperms. Annals of Botany 100: 151-163. doi:10.1093/aob/mcm117.

Spetch, C.D. and M.E. Bartlett. 2009. Flower evolution: The origin and subsequent diversification of the angiosperm flower. Annual Review of Ecology Evolution & Systematics 40: 217-243. Doi: 10.1146/annurev/ecolsys.110308.120203.

Steussy, T.F. 2004. A transitional-combinational theory for the origin of angiosperms. Taxon 53: 3-16.

 

Carga Horária: 60 hs (2 semestre) – Créditos: 4

Informações: Estágio na Docência na Graduação é uma atividade curricular objetivando a preparação para a docência, desenvolvendo habilidades e comportamentos necessários à ação docente, bem como a qualificação do ensino de graduação, sendo obrigatório para bolsista do Programa Demanda Social da CAPES e opcional para os demais pós-graduandos do PGB.

O Estágio na Docência é desenvolvido em forma de disciplina no PGB, sendo esta específica para o Doutorado. Os doutorandos que cursaram Estágio na Docência I no Mestrado, deverão cumprir apenas 30 horas (um semestre) no Estágio na Docência II.

As informações pertinentes ao estágio na docência podem sem acessados em NORMAS DE ESTÁGIO NA DOCÊNCIA

Carga Horária: 45 hs – Créditos: 3

Professores(as) ministrantes: Jacqueline Nelisis Zanoni, Juliana Vanessa Perles Martins Colombo

Ementa: Estudo da estrutura anatômica e microscópica do Trato Gastrointestinal, Sistema Nervoso Entérico e doenças relacionadas.

Objetivo: Capacitar o pós graduando a identificar, compreender e analisar os tecidos e órgãos que constituem o Trato Gastrointestinal e a organização do Sistema Nervoso Entérico e conhecer as doenças relacionadas.

Programa:

1) Fundamentos de Histologia do Tubo Digestório

2) Fundamentos de Anatomia do Tubo Digestório

3) Fundamentos de Fisiologia Digestiva

4) Sistema Nervoso Entérico

5) Doenças relacionadas ao Sistema Nervoso Entérico:

    a) Diabetes mellitus, b) Câncer, c) Artrite Reumatóide, d) Envelhecimento e) Síndrome do Intestino Irritável , f) Doença de Chron, g) Doença Celíaca e) Doença de Hirschsprung

Avaliação: a avaliação será realizada através de apresentação de seminários.

Bibliografia:

Brehmer A. Structure of enteric neurons. Advances in Anatomy, Embryology and Cell 835 Biology 2006; 186: 1-91.

Furness, JB. The enteric nervous system and neurogastroenterology. Nat. Rev. 982 Gastroenterol. Hepatol. 2012; 9(5):286-94. 983 984

Furness, JB. The enteric nervous system. Malden: Blackwell Publishing, p 274, 2006. 985 986

Furness JB, Costa M. The enteric nervous system: an overview. In “Functional 987 digestive system”. Raven press: New York, p 47-57, 1983. 988 -989.

Furness JB, Costa M. The enteric nervous system. New York: Churchill Livingstone, 990 1987.

Pereira RV, Tronchini EA, Tashima CM, Alves EP, Lima MM, Zanoni JN. L-glutamine 1266 supplementation prevent myenteric neuron loss and has gliatrophic effects in the 1267 ileum of diabetic rats. Digestive Diseases and Sciences 2011; 56: 3507-68.

Carga Horária: 30 hs – Créditos: 1

Professores(as) ministrantes: Débora de Mello Gonçales Sant´Ana, Ana Paula Vidotti

Ementa: Conceitos de revisão por pares. Formação de novos revisores: integridade científica, rigor e agilidade. Prática na revisão de artigos científicos.

Programa:

  1. Conceitos de comunicação científica em periódicos e revisão por pares.
  2. Análise crítica dos prós e contras do sistema de revisão por pares.
  3. Integridade científica e o papel de revisor.
  4. Sistema Eletrônico de Editoração de Periódicos Científicos – SEER

Prática: elaboração de pareceres.

Avaliação: Assiduidade e pontualidade. Participação da aula. Qualidade dos pareceres elaborados.

Bibliografia:

ARNS, M. Open access is tiring out peer reviewers. Nature. 2014, vol. 515, nº 467, pp. 467.

MULLIGAN, A., HALL, L., and RAPHAEL, E. Peer Review in a changing world: an international study measuring the attitudes of researchers. J. Am. Soc. Inf. Sci. Technol. 2013, vol. 64, nº 1, pp. 132-161.

NICHOLAS, D., and et al. Peer review: still king in the digital age. Learned Publishing. 2015, vol. 28, nº1, pp. 15-21.

NICHOLAS, D., and et al. Trust and Authority in Scholarly Communications in the Light of the Digital Transition: setting the scene for a major study. Learned Publishing. 2014, vol. 27, nº 2, pp. 121–134.

ONITILO, A. A., and et al. A core-item reviewer evaluation (CoRE) system for manuscript peer review. Accountability in Research. 2014, vol. 21, nº 2, pp. 109–21.

PARK, I.-U., PEACEY, M. W., and MUNAFÒ, M. R. Modelling the effects of subjective and objective decision making in scientific peer review. Nature. 2014. vol. 506, nº 7486, pp. 93–6.

VESNIC-ALUJEVIC, L. Peer review and scientific publishing in times of web 2.0. Publishing Research Quarterly. 2014, vol. 30, nº 1, pp 39-49.

Carga Horária: 60 hs – Créditos: 3

Professor(a) ministrante: Débora de Mello Gonçales Sant´Ana

Ementa: Conceitos de divulgação científica para diferentes públicos. Conhecer diferentes estratégias de divulgação científica e suas formas de organização e execução. Desenvolver a prática de planejamento e execução de atividades de difusão científica. Interdisciplinaridade na divulgação científica. Interação entre ciência e arte.

Programa:

  1. Conceitos de comunicação, disseminação, vulgarização, alfabetização, letramento e cultura científica e sua construção histórica.
  2. Estratégias de divulgação científica.
  3. Construindo práticas para divulgação científica.
  4. Organização e elaboração de feiras de ciências e outros eventos científicos e culturais.
  5. Modelos interativos de difusão científica. Jogos como instrumento de divulgação científica.
  6. Redação de projetos de eventos e captação de recursos.
  7. Trabalho interdisciplinar na difusão da ciência.
  8. Associação da ciência e arte para a divulgação científica.
  9. Divulgação científica em áreas temáticas.
  10. Divulgação científica para públicos distintos.

Avaliação: Assiduidade e pontualidade. Participação da aula. Qualidade na discussão dos textos e apresentação de seminários. Desempenho nas atividades de organização de eventos.

Bibliografia:

  1. ASSUMPÇÃO, A.M.; GOUVÊA, G. Práticas enunciativas em um evento de divulgação científica em museus de ciências do Rio de Janeiro. Revista Ensaios, Belo Horizonte, v.12, n.2, p.49-68, 2010.
  2. BARROS, H.L. A cidade e a ciência. In: MASSARANI, L; MOREIRA, I.C.; BRITO, F. Ciência e público. Caminhos da divulgação científica no Brasil. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2002.
  3. CANDOTTI, Ennio. Ciência na educação popular. In: MASSARANI, L; MOREIRA, I.C.; BRITO, F. Ciência e público. Caminhos da divulgação científica no Brasil. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2002.
  4. CASTELFRANCHI, Y.; MANZOLI, F.; GOUTHIER, D.; CANNATA, I. O cientista é um bruxo? Talvez não: ciência e cientistas no olhar das crianças. In: MASSARANI, L. Ciência e criança: a divulgação científica para o público infanto-juvenil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008.
  5. CAFFAGNI, C.V.A. O estudo das analogias utilizadas como recurso didático por monitores em um centro de ciência e tecnologia de São Paulo – SP. Dissertação (Mestrado em Educação), Universidade de São Paulo, 2010.
  6. COSTA, A.G. Os “explicadores” devem explicar? In: MASSARANI, L. Diálogos & ciência. Mediação em museus e centros de ciência. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2008.
  7. GRUZMAN, C.; SIQUEIRA, V. H. F. O papel educacional do Museu de Ciências: desafios e transformações conceituais. Revista electrónica de Enseñanza de las ciências. V.6, n.2.; p. 402-423, 2007.
  8. MARANDINO, M. A biologia nos museus de ciências: a questão dos textos em bioexposições. Ciência & Educação, v.8, n.2, p. 187-202, 2002.
  9. MARANDINO, M. Transposição ou recontextualização? Sobre a produção de saberes na educação em museus de ciências. Revista Brasileira de Educação, v.26, p. 95-108, 2004.
  10. MARANDINO, M. Ação educativa, aprendizagem e mediação nas visitas aos museus de ciências. In: MASSARANI, L. Workshop Sul-Americano e escola de mediação em Museus e Centros de Ciência. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008.
  11. MARTINS, Isabel. Dados como diálogo – construindo dados a partir de registros de observação de interações discursivas em salas de aula de ciências. In: A Pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e suas Metodologias. Ijuí: Editora Unijuí, 2006.
  12. NASCIMENTO, S.S. O corpo humano em exposição: promover mediações sócio-culturais em um museu de ciências. In: MASSARANI, L. Workshop Sul-Americano e escola de mediação em Museus e Centros de Ciência. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008.
  13. OLIVEIRA, A. D. Biodiversidade e museus de ciências: um estudo sobre a transposição museográfica nos dioramas. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências), Universidade de São Paulo, 2010.
  14. RODARI, P.; MERZAGORA, M. Mediadores em museus e centros de ciência: status, papéis e capacitação. Uma visão geral européia. In: MASSARANI, L. Diálogos & ciência. Mediação em museus e centros de ciência. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2008.
  15. ALMEIDA, Carla; DALCOL, Franciane Lovati  and  MASSARANI, Luisa.Controvérsia científica no telejornalismo brasileiro: um estudo sobre a cobertura das células-tronco no Jornal Nacional .  cienc. saude-Manguinhos[online]. 2013, vol.20, suppl.1, pp. 1203-1223. ISSN 0104-5970
  16. MASSARANI, Luisa . Developing world and science communication. JCOM, Journal of Science Communication, v. 12, p. C03, 2013
  17. BIZERRA, A. ; MARANDINO, M. . Medição em museus de ciências: contribuições da Teoria Histórico-Cultural. Revista Museologia & Interdisciplinaridade, v. 3, p. 113-130, 2014
  18. MARANDINO, M. . Educação, Ciência e Extensão: a necessária promoção. Revista de Cultura e Extensão, v. 9, p. 89-102, 2013.

REVISTAS ESPECIALIZADAS SOBRE O ASSUNTO:

Arquivos do MUDI

Ciência & Educação

Revista Brasileira de Pesquisa em Ensino de Ciências

Memórias do Instituto Osvaldo Cruz

 

Carga Horária: 30 hs – Créditos: 2

Professor(a) ministrante: Adriana Lenita Meyer Albiero

Ementa: Organização morfológica e anatômica de órgãos vegetais e sua aplicação a diagnose de espécies.

Objetivo: Capacitar os alunos a identificar e diferenciar morfo-anatomicamente as estruturas-chave para diagnose de espécies vegetais, através de técnicas histológicas aplicadas aos órgãos vegetativos e reprodutivos

Programa:

  1. Introdução ao estudo de espécies vegetais brasileiras e o seu potencial medicinal.
  2. A Morfologia e anatomia de órgãos vegetativos raiz, caule e folha;
  3. A Morfologia e anatomia de órgãos de frutos e semente.
  4. Técnicas no preparo de material vegetal fresco, fixado e herborizado para análise farmacognóstica;
  5. Técnicas de coloração de contraste específico;
  6. Testes histoquímicos para identificar constituintes celulares;
  7. Preparo de ilustrações por meio de Fotografias, Fotomicrografias obtidas por captura de imagens; Desenhos científicos obtidos em câmara clara acoplada ao estereomicroscópio e ao microscópio óptico e Montagem de pranchas.

Avaliação: 

  • 01 seminário
  • 01 trabalho inédito de descrição morfológica e anatômica de uma espécie medicinal a ser desenvolvido individualmente ou em dupla, o qual deverá ser apresentado ao término da disciplina na forma de trabalho científico em painel ou oralmente.

As avaliações terão valor de 0,0 (zero) a 10,0 (dez) e peso 1,0 (um), sendo o resultado final obtido por meio da média aritmética.

Bibliografia:

Appezzato-da-Glória, B (org.) 2006. Anatomia Vegetal. Viçosa :Editora UFV, 437p.

BARROSO, G. M.; MORIM, M. P., PEIXOTO, A. L. & ICHASO, C. L. F. 1999. Frutos e sementes: morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas. Universidade Federal de Viçosa, Viçosa.

BERLYN, G.P. & MIKSCHE, J.P.  1976. Botanical Microtechnique and cytochemistry. Ames, Iowa, Iowa State University Press. 326p.

CORNER, E.J.H.  1976. The seeds of Dicotyledons. 2 vols.  Cambridge University Press.

CUTTER, E.  1986.  Anatomia Vegetal.  2 vols.  2ª ed.  São Paulo: Roca.

ESAU, K.  1965.  Plant anatomy.  John Wiley and Sons. New York.

ESAU, K.  1972.  Anatomia Vegetal.  Barcelona, Ediciones Omega S.A.  779p.

ESAU, K.  2002.  Anatomia das plantas com sementes (Tradução: Berta Lange de Morretes).  São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda.  293p.

FAHN, A.  1978.  Anatomia Vegetal.  Madrid: H. Blume Ed.  643p.

FAHN, A.  1979.  Secretory tissues in plants. Academic Press.  New York

FOSTER, A. & GIFFORD, E.  1974.  Comparative morphology of vascular plants. Freeman, San Francisco

GERLACH, D.  1977.  Botanische Mikkrotechnik. Stuttgart, Georg Thieme Verlag. 311p.

GIFFORD, E.M.; FOSTER, A.S.  1988.  Morphology and evolution of vascular plants. 3ª ed.  New York: W.H. Freeman and Company.  626p.

GUERRITS, P. O. 1991. The application of glycol methacrylate in histotechnology; some fundamental principles. Department of Anatomy and Embryology State University, Gröningen, Netherlands.

JENSEN, W. A. 1962. Botanical histochemistry. Principles and practice. W. H. Feeman, San Francisco.

JOHANSEN, D.A.  1940.  Plant microtechnique.  New York: Mc Graw-Hill Book.  523p.

JUDD, W.S.; CAMPBELL, C.S.; KELOGG, E.A. & STEVEN, P.F. 2003. Plant systematics, a phylogenetic approach. Sinauer Associates, Inc. Publishers, Sunderland.

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METCALFE, R. & CHALK, L.  1979, 1983, 1987.  Anatomy of the Dicotyledons.  3 vols. Oxford – Clarendon Press.

OLIVEIRA, F. de; AKISUE, G. & AKISUE, M.K.1991.  Farmacognosia. São Paulo, Rio de Janeiro, Atheneu.

OLIVEIRA, F. & AKISUE, 2009G. Fundamentos de farmacobotânica. São Paulo, Atheneu. 228p.

O’BRIEN, T.P. & McCULLY, M.E.  The study of plant structure: principles and selected methods. Melbourne Australia, Termarcarphi Pty. Ltd.  345p.

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SASS, J.E.  1958.  Botanical Microtechnique. Iowa: State College Press.  228p.

Souza, L. A. (org.) 2006. Anatomia do fruto e da semente. Ponta Grossa: Editora UEPG. 200p.

Souza, L. A. 2003. Morfologia e Anatomia vegetal. Ponta Grossa: Editora UEPG. 259p

Souza, L. A. (org.) 2005. Morfologia e Anatomia vegetal: Técnicas e práticas. Ponta Grossa: Editora UEPG. 259p

Souza, L. A. (org.) 2009. Sementes e Plântulas.  Ponta Grossa: toda Palavra. 279p

SPJUT, R. W. 1994. A systematic treatment of fruit types. Memoirs of the New York Botanical Garden, 70: 1-82.